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quarta-feira, 22 de maio de 2019

PEDRO JOSÉ KENTENICH E JOÃO LUIZ POZZOBON DA MÃE PEREGRINA

MÃE PEREGRINA - HISTÓRIA CLIQUE


Pedro José Kentenich

Pedro José Kentenich nasceu no dia 18 de novembro de 1885, em Gymnich, Alemanha, e foi batizado no dia seguinte na Igreja Matriz de São Cuniberto. Seus pais eram descendentes de pequenos agricultores. Aos nove anos de idade sua mãe Catarina o levou para um Orfanato. Recebeu sua Primeira Comunhão em 1897, quando manifestou o desejo de ser padre.
Em 22 de setembro de 1899 entrou para a Congregação Missionária dos Palotinos, com 14 anos de idade incompletos. Foi ordenado sacerdote em 8 de julho de 1910, aos 25 anos.
Fundou a Obra de Schöenstatt em 18 de outubro de 1914, na capela de um antigo cemitério, cujo padroeiro era o Arcanjo São Miguel, e recebeu o nome de Santuário da Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Criou-se, então, uma Aliança de Amor entre a capela e a Mãe de Deus.
Em 20 de setembro de 1941, depois de um interrogatório, Pe. Kentenich foi preso pela Gestapo (polícia secreta do Estado durante o nazismo) em Coblença e levado ao porão do Alojamento, num calabouço, onde ficou por quatro semanas.
Em 1942 foi levado para um campo de concentração em Dachau. Pe. Kentenich frequentemente dava os alimentos que lhe eram trazidos ocultamente, e até mesmo uma parte de sua ração habitual, para ajudar aos outros. Por caminhos secretos conseguia receber hóstias e vinho para a celebração da Santa Missa. Durante o tempo de prisão dava diariamente duas conferências para cerca de 100 sacerdotes.
Em maio de 1945, com o fim da guerra, depois de três anos e meio de prisão, celebrou novamente a Santa Missa no Santuário da Mãe de Deus. Era domingo de Pentecostes, a festa do Espírito Santo.
Nos primeiros dias de maio de 1947, Pe. Kentenich visitou Jaraguá, São Paulo, onde 20 anos mais tarde se estabeleceria a primeira comunidade dos padres de Schöenstatt no Brasil.
Pe. Kentenich faleceu na manhã do dia 15 de setembro de 1968. Cinco dias depois foi sepultado no mesmo local. Após a missa de corpo presente, o corpo foi levado até o Santuário da Mãe Três Vezes Admirável. Sobre sua sepultura estão gravadas as palavras que ele mesmo desejou: Dilexit Ecclesiam (Ele amou a Igreja).

João Luiz Pozzobon da Mãe Peregrina


João Luiz Pozzobon nasceu em 12 de dezembro de 1904, em Ribeirão, uma aldeia serrana do Rio Grande do Sul. Com 10 anos foi internado na Casa Paroquial de Vale Vêneto para estudar o curso primário. Após 10 meses voltou para casa.

Com 23 anos casou-se e foi morar em Restinga Seca. Pouco tempo depois sua mulher adoeceu gravemente e eles mudaram para Santa Mariapara que ela pudesse ser melhor atendida. Já tinham, nesta época, dois filhos. Pouco tempo depois ele ficou viúvo. Casou-se novamente 6 meses depois, montou um armazém e teve mais 5 filhos.

Conheceu o Movimento de Schöenstatt através do Padre Celestino Trevisan. João Luiz ficou sabendo, pelo Pe. Celestino, da vontade de se construir, em Santa Maria, um Santuário igual ao da Alemanha. Soube também das Graças do Santuário e da vida do fundador, Pe. José Kentenich.

Durante um Retiro, Pe. Celestino e Irmã Terezinha falaram sobre a importância de se rezar o Santo Rosário. Com a finalidade de estimular a Campanha do Terço, mandaram fazer umas imagens grandes da Mãe Rainha, para que fossem levadas em romaria, de família em família, na paróquia.

Era 10 de setembro de 1950. Duas imagens foram benzidas e a Irmã Terezinha convidou o Sr. João para rezar o primeiro Rosário em família. Após a reza a Irmã lhe disse: Esta Imagem fica ao seu cuidado. Não é preciso que reze o Terço todas as noites. Cuide apenas que ela seja levada de casa em casa. João levava um caderno onde anotava o dia em que a Imagem chegava a uma família, o nome do lugar, se os pais eram casados, o número de filhos, se eram batizados, etc.

Noite após noite, passou a levar a Imagem de casa em casa. Dedicava a essa tarefa duas horas de seu dia, que havia prometido à Virgem Maria. Dizia João Pozzobon: No ano de 52, compreendi que se tratava de uma missão que me confiavam e disse à Mãezinha: 'Tenho sete filhos, tenho uma esposa e tenho que dar contas a Deus de meus filhos e de minha esposa. Porém, se for vontade de Deus e tua, um homem só pode mover o mundo inteiro. No verão de 1952, seu João se encontrou com o fundador Pe. José Kentenich.

A Imagem que seu João levava pesava 11 quilos e sua maleta com objetos de uso pessoal, 8 quilos. Ao todo ele carregava 19 quilos. Andava 15 quilômetros por dia, com a Imagem sobre o ombro esquerdo. Ele teve um calo no ombro e duas costelas deslocadas ao longo de vários anos de caminhada.

Em 27 de junho de 1985, João Pozzobon foi atropelado por um caminhão numa estrada, a caminho da Missa, a 50 metros da entrada do Santuário, com a Imagem da Mãe Peregrina. Suas últimas palavras foram: Misericórdia, Senhor! Mãe, misericórdia! Eu vou morrer! Ajudem-me, eu não posso mais! 

Ele disse certa vez: Se um dia me encontrarem morto à beira da estrada, saibam que morri de alegria.

João Pozzobon carregou a Imagem da Mãe Peregrina, de 11 quilos, por 35 anos, numa caminhada de, aproximadamente 140.000 Kms. 



quarta-feira, 15 de maio de 2019

MÃE PEREGRINA HISTÓRIA





Mãe Peregrina é o centro de espiritualidade do Movimento Apostólico Internacional de Schöenstatt, que é um movimento católico mariano fundado em Schönstatt, na Alemanha, em 1914, pelo Pe. Joseph Kentenich. É o centro e origem mundial do Movimento, que tem como objetivo a renovação religiosa e moral das pessoas por meio da educação.

Santuários

Existem atualmente 195 santuários dedicados à Mãe e rainha em todo mundo. Desse total, 22 estão localizados no Brasil, especialmente no sul e sudeste do país. Schönstatt, o movimento, originou-se com a Aliança de Amor que o Padre Kentenich (1885 - 1968) selou no dia 18 de outubro de 1914 com a Virgem Maria. Sua organização abrange todos os estados de vida e todas as idades.
É organizado em colunas: sacerdotes, famílias, mulheres e homens, com graus diferentes de pertença ao Movimento. São mais de 25 ramificações, formados por pequenos grupos, enlaçados pela Aliança de Amor.

Imagem da Mãe Peregrina

A imagem utilizada é a reprodução de uma obra do pintor italiano, Crosio, criada no fim do século XIX. O título original desta imagem é Refugium Peccatorum - Refúgio dos pecadores. Em 1915 ela foi colocada no Santuário de Schöenstatt.

Imagem Peregrina

A Campanha da imagem da Mãe Peregrina, idealizada por João Luís Pozzobon, tem o intuito de visitar, abençoar e conceder graças a trinta famílias durante um mês, ficando um dia em cada casa. Hoje, existem mais de 140.000 Imagens Peregrinas visitando 4.200.000 famílias só no Brasil. Ela está presente em mais 90 países do mundo.
As imagens que vão para as casas não são ornamentadas e não estão à venda. Para saber como receber a imagem da Mãe Peregrina, entre em contato com os Santuários da Mãe Rainha.


Oração a Mãe Peregrina

Ó, Mãe Peregrina, Confio em Teu poder, Em Tua bondade, Em Ti confio, Com filialidade. Confio, cego, em toda situação, Mãe, no Teu Filho e em Tua proteção. Amém.



domingo, 15 de julho de 2018

NOSSA SENHORA DA APRESENTAÇÃO


21/11



Conta a tradição que na manhã de 21 de novembro de 1753, pescadores encontraram na margem direita do Rio Potengi, na confrontação da Igreja do Rosário, um caixote que estava encalhado numa pedra. Quando abriram-no, encontraram uma imagem da mãe de Jesus com um menino no colo.

A referida imagem tinha uma mão estendida, aparentando sustentar alguma coisa. Logo, deduziram que fosse um rosário. Avisado sobre a novidade daquela descoberta, o vigário da Paróquia, Pe. Manoel Correia Gomes Pressurroso, se dirigiu ao local e, incontinente, conduziu o vulto para a Matriz, ciente de que se tratava de um ícone de Nossa Senhora do Rosário. 

Entretanto, como 21 de novembro é, no calendário litúrgico da Igreja Católica, o dia em que se festeja a apresentação da Mãe de Jesus no Templo, deram à imagem que apareceu no Rio Potengi o nome de Nossa Senhora da Apresentação.


A esta altura, é oportuno lembrar que a Festa da Apresentação de Nossa Senhora no Templo foi instituída pela Igreja Católica no ano de 1571.

Registra-se ainda a tradição que, no caixote que trouxe a imagem de Nossa Senhora, estava escrito: “No ponto onde der este caixão não haverá nenhum perigo”.

Em homenagem à padroeira, o dia 21 de novembro é feriado municipal em Natal. 

Seus festejos se estendem desde dia 11 até 21 de novembro, com missas e celebrações, principalmente, na Pedra do Rosário (onde a imagem foi encontrada), na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação (antiga catedral) e na Catedral Metropolitana.




ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA APRESENTAÇÃO

Maria,
Nossa Senhora da Apresentação
que, ainda criança, subistes ao Templo
para vos consagrar inteiramente a Deus,
praticando assim o ato do amor-entrega,
o mais agradável ao Senhor;

Seja-vos também agradável,
a nossa homenagem,
a nossa entrega ao vosso coração de Mãe.

Consagrastes ao Senhor,
ó Rainha do Céu,
o vosso espírito e vosso coração,
o vosso corpo e todo o vosso ser
pelo sacrifício total,
o mais generoso e desinteressado,
pela mais solene imolação.

Nós, aqui na terra,
nos unimos aos anjos
que assistiram vossa oferta de amor
que é como um sinal da entrega que todos devemos fazer ao Senhor.
Por isso,
cantamos as glórias
da vossa apresentação.
Amém.

sábado, 12 de maio de 2018

NOSSA SENHORA DA LUZ


02-02


Pedro Martins, português de origem humilde, nascido em Carnide, possuía no Algarve algumas terras herdadas por sua mulher, senhora de alguns haveres. Certa vez, quando para lá se dirigia a fim de cuidar de sua propriedade, foi aprisionado pelos mouros numa das incursões feitas pelos infiéis em território cristão e levado para o norte da África.

Naquela ocasião, por volta de 1453, sobre a fonte do Machado, em Carnide, começou a aparecer uma luz misteriosa, cuja origem ninguém conseguia descobrir. Andava o povo alarmado e de Lisboa e dos arredores chegava muita gente para ver o fenômeno, começando o lugar a ser chamado: “A Luz”.

Pedro Martins, no seu cativeiro, desanimado da intercessão dos homens para libertá-lo, recorreu àquela que é o Socorro dos Aflitos e a Esperança dos Desesperados. Suas orações foram ouvidas pela Virgem Maria que lhe apareceu trinta noites seguidas em sonho, procurando consolá-lo. Na ultima noite Ela prometeu-lhe que ao acordar se encontraria em Carnide, mas que aí deveria procurar uma imagem sua escondida perto da fonte do Machado, em sítio que lhe seria indicado por estranha luz. Quando a encontrasse, deveria erguer no local uma ermida em sua homenagem.

No dia seguinte, como a Virgem Maria lhe havia anunciado Pedro Martins amanheceu em sua querida cidade natal. Em agradecimento por tão milagrosa libertação, o ex-cativo procurou logo realizar o desejo da Mãe Santíssima. Em companhia de um parente, saiu certa noite à procura da imagem. A luz cintilava sobre a fonte. Caminharam por entre o arvoredo e notaram que ela ia se deslocando até que em determinado momento parou. Limparam o local e ao removerem algumas pedras encontraram a efígie da Rainha do Céu.

Assim que se espalhou a notícia do feliz achado, grande foi a afluência do povo ao lugar, e a Virgem Maria aí começou a ser invocada com o título de Nossa Senhora da Luz.

Logo que pôde, Pedro Martins iniciou a construção da ermida com a permissão do bispo de Lisboa, que se prontificou a lançar a primeira pedra em solene cerimônia religiosa. Mais tarde esta capela foi substituída por suntuoso templo, inaugurado em 1596.

A festa de Nossa Senhora da Luz começou a ser celebrada todos os anos e as casas nobres portuguesas disputavam entre Si a honra de se encarregarem das despesas. Este grandioso santuário, entretanto, foi quase totalmente destruído pelo terremoto que assolou Lisboa em 1755, catástrofe que, segundo piedosa lenda, deu origem à construção de Nossa Senhora da Luz de Diamantina.

Contam que a distinta dama D. Teresa de Jesus Corte Real, durante a imensa tragédia que destruiu Lisboa, suplicou a proteção da Senhora da Luz e conseguiu refugiar-se com seu esposo e empregados domésticos em uma capela dedicada à Mãe de Deus. Seu marido havia sido designado para o posto de funcionário do “Contrato de Diamantes” em Minas Geras e ela prometeu então que, se conseguisse chegar ao Brasil sã e salva, faria erigir na colônia uma capela à Virgem da Luz.

Aqui chegando, fixou residência no Arraial do Tejuco e alguns anos depois mandou construir nos arredores da vila uma pequena igreja. Diz a tradição que ao lado do templo, em cumprimento a outra promessa feita por seu pai à Senhora da Luz durante o terrível terremoto, fez erguer um recolhimento para a educação de órfãs, preparando-as para a vida. Cada moça que se casava, após esmerada educação, recebia um faqueiro de prata e três mil cruzados, quantia que dava para construir uma boa casa.

D. Teresa Corte Real faleceu em 1826 e seu corpo foi sepultado debaixo do coro da igreja que fundara, na qual também foi colocado um seu retrato a óleo feito pelo pintor Manuel Pereira.

Nos fins do século passado, a igrejinha estava prestes a ruir, porém o seu vigário conseguiu angariar fundos para reconstruí-la. No dia 20 de maio de 1900 ela foi solenemente reaberta aos fiéis e a imagem da Padroeira recolocada em seu antigo altar após solene procissão acompanhada de uma chuva de flores atiradas das sacadas pela senhoras de Diamantina. Todas as ruas estavam profusamente ornamentadas e iluminadas para homenagear aquela que, tendo gerado a Luz do Mundo, bem mereceu o título de Nossa Senhora da Luz.

Contudo, esta devoção em terras brasileiras não nasceu em Minas Gerais, pois a mais antiga igreja dedicada a Senhora da Luz em nosso pais foi a de São Paulo, fundada primeiramente no Ipiranga, por volta de 1580, e depois transferida para o atual bairro da Luz, em 1603. Foi na primeira capela, citada pelo Padre Anchieta em urna de suas cartas, que um frade franciscano, capelão da armada de Diogo Flores Valdez, foi assassinado por um soldado ao pedir esmolas para os pobres.

O segundo templo da Virgem da Luz acompanhou toda a história da cidade de São Paulo, tendo sido instalado ao lado da Capela o famoso Recolhimento da Luz fundado por um grupo de religiosas. Atualmente, depois de reformados, tanto o templo como o convento deram lugar ao Museu de Arte Sacra da capital paulista, onde se encontram preciosidades históricas e artísticas do Estado bandeirante.

O culto a Nossa Senhora da Luz, difundido pelos jesuítas e beneditinos, deu origem a diversos santuários no Rio de Janeiro e nos Estados do Sul do Brasil, principalmente Paraná e Rio Grande.

A cidade de Curitiba se iniciou em torno de uma capela, onde a Mãe da Luz era venerada pelos seus inúmeros milagres. Sobre a sua fundação existe interessante lenda, que passaremos a narrar:

Na segunda metade do século XVII, Gabriel de Lara, seguindo os faiscadores de ouro, cruzou a serra do Mar e encontrou uma pequena povoação no sítio dos Pinhais, onde em 1659 seria fundada a vila de Nossa Senhora da Luz. Dizem que seus primeiros habitantes foram membros da bandeira de Antônio Domingues, que em 1648 se dirigia ao sul do país. No entanto, segundo a lenda, os bandeirantes se haviam estabelecido um pouco além, nas margens do rio Atuba, onde ergueram uma ermida à Senhora da Luz.

Com o andar do tempo, os rudes penetradores do sertão notaram que a imagem da Virgem tinha sempre os olhos voltados para os campos aos quais os índios denominavam Curitiba (Pinhais). Aquela região era dominada pelos ferozes cainguangues, ciosos de seus bosques de pinheiros. Contudo, Nossa Senhora insistia em mirá-la, pois todas as manhãs aparecia com os olhos luminosos voltados para o poente.

Tal foi a insistência da Virgem, que os sertanejos resolveram sondar a possibilidade da conquista do sítio indicado pela Padroeira. Com seus aprestos de guerra seguiram para a esplanada dominada pelos bárbaros caingangues, prontos para o combate.

Em vez da luta prevista como certa, o que ocorreu foi a acolhida generosa e cordial. Do chefe indígena para o chefe branco partiu apenas um aceno acolhedor. Os arcos foram jogados no chão em sinal de paz e a cuia de mate, símbolo da hospitalidade, foi oferecida ao chefe índio, rodando depois pelos guerreiros brancos.

A Cidade de Luz, no Oeste de Minas Gerais, iniciada em 1790 em torno de uma capelinha dedicada a Nossa Senhora da Luz e desde 1918 sede da Diocese, recebeu no dia 2 de fevereiro de 1995 preciosa escultura de sua Padroeira, que lhe foi doada pela câmara Municipal de Lisboa. Esta imagem, abençoada no santuário de Carnide, em Portugal, construído junto à fonte do Machado, onde em 1453 0 humilde Pedro Martins obteve da Mãe Santíssima um estupendo milagre, é toda em mármore branco e foi recebida com grandes festejos populares e comemorações cívicas na progressista cidade mineira e entronizada na bonita catedral.

Existe ainda na Cidade de Luz interessante monumento erguido em 1993 para comemorar o 75º aniversário da criação do Bispado, no qual foi colocada uma efígie de bronze de Nossa Senhora da Luz, cópia daquela trazida pelos portugueses em 1503, que se encontra em exposição no Museu de Arte Sacra de São Paulo.

A invocação de Nossa Senhora da Luz é bastante difundida no Brasil, pois existem 21 paróquias a Ela dedicadas.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

ORAÇÃO E APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA ESTRELA DO MAR




APARIÇÃO DE
NOSSA SENHORA ESTRELA DO MAR

Em um povoado a beira-mar, chamado Boulogne, na França no longínquo ano de 636, um barco sem ninguém dentro, nem leme, estaciona suavemente na areia da praia.

Um pequeno número pessoas se aproxima, pelo inusitado fato, e se deparam com uma imagem de Nossa Senhora trazendo junto o Menino JESUS.

       Nesse instante a Mãe de DEUS lhes aparece e comunica que Ela escolhera aquela comunidade para alcançar Suas graças.

Imediatamente a população tratou de erguer uma Igreja. A notícia se espalhou e rapidamente se iniciaram as romarias com os devotos.

No período denominado “Revolução Francesa” que em suas raízes visava também atentar contra o Catolicismo, essa miraculosa imagem fora destruída. Restou desse atentado contra DEUS à Igreja Católica, apenas uma mão da estátua, que nos dias de hoje ainda é apresentada aos peregrinos como importante relíquia.

Quando da construção da nova Igreja, ocorrido em 1886, foi confeccionada uma réplica da milagrosa estátua do século VII.

Esse Santuário de Boulogne, na França foi dedicado a Nossa Senhora Estrela do Mar.


    A Mãe que chega de longe trazendo Seu Divino Filho para salvar Seus devotos.



ORAÇÃO A NOSSA SENHORA ESTRELA DO MAR

E o nome da Virgem era Maria (Lc. 1, 27). Falemos um pouco deste nome que significa segundo se diz, Estrela do mar, e que convém maravilhosamente à Virgem Mãe. 

.... Ela é verdadeiramente esta esplêndida estrela que devia se levantar sobre a imensidade do mar, toda brilhante por seus méritos, radiante por seus exemplos.


Ó tu, quem quer que sejas que te sentes longe da terra firme, arrastado pelas ondas deste mundo, no meio das borrascas e tempestades, se não queres soçobrar, não tires os olhos da luz desta estrela.


Se o vento das tentações se levanta, se o escolho das tribulações se interpõe em teu caminho, olha a estrela, invoca Maria.


Se és balouçado pelas vagas do orgulho, da ambição, da maledicência, da inveja, olha a estrela, invoca Maria.


Se a cólera, a avareza, os desejos impuros sacodem a frágil embarcação de tua alma, levanta os olhos para Maria.


Se, perturbado pela lembrança da enormidade de teus crimes, confuso à vista das torpezas de tua consciência, aterrorizado pelo medo do Juízo, começas a te deixar arrastar pelo turbilhão da tristeza, a despenhar no abismo do desespero, pensa em Maria.


Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria.


Que seu nome nunca se afaste de teus lábios, jamais abandone teu coração; e para alcançar o socorro da intercessão dEla, não negligencies os exemplos de sua vida.


Seguindo-A, não te transviarás; rezando a Ela, não desesperarás; pensando nEla, evitarás todo erro.


Se Ela te sustenta, não cairás; se Ela te protege, nada terás a temer; se Ela te conduz, não te cansarás; se Ela te é favorável, alcançarás o fim.

E assim verificarás, por tua própria experiência, com quanta razão foi dito: "E o nome da Virgem era Maria". (São Bernardo)

 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

NOSSA SENHORA CONQUISTADORA



Nos primeiros tempos de colonização dos povoados, no extremo oeste do Rio Grande do Sul, à margem esquerda do Rio Uruguai, os padres resolveram dar-lhes o mesmo padrão de família cristã da época. Erguendo suas aldeias junto a cada igreja que construíam, fundavam uma escola de ler, contar, de música e danças religiosas para as crianças que catequizavam em sua própria língua, ensinando-lhes a rezar o Pai-Nosso e a Ave-Maria.

A primeira dessas missões foi fundada pelo padre Roque Gonzáles em 1626. Após construir uma capela de pau-a-pique coberta de palha, que foi dedicada a Nossa Senhora da Candelária, ele rezou ali a primeira missa em terra missionária.

Com a nobre finalidade de trazer o silvícola para o redil de Cristo, o sacerdote percorreu em canoa rústica pelo rio Ibicuí, 509 léguas no interior pampeano, levando consigo um quadro da Imaculada Conceição, a quem deu o nome carinhoso de “Conquistadora” porque na sua chegada em terras gaúchas conquistou a princípio os dois chefes índios que foram o esteio dos jesuítas no estabelecimento dos Sete Povos, e posteriormente as multidões de Selvagens.

O território das Missões Guaraníticas chegava até Bagé, trecho final da Estância de São Miguel, portanto esta imagem da Virgem foi a primeira que passou por aqueles campos, tendo sido venerada na capela de Santo André das Guenoas, nos limites de Dom Pedrito onde viviam as tribos guardadoras dos marcos pátrios, perto do forte de Santa Tecla.

Criou ainda o padre Roque as aldeias de São Nicolau e Assunção quando recebeu um pedido dos índios do Caró para lá organizar uma redução, pois muitos desejavam ser batizados e tomar-se cristãos. Dirigiu-se para aquela região, junto com o padreAfonso Rodrigues, e iniciou o arraial de Todos os Santos, inaugurando uma tosca igreja, construída com o auxílio dos silvícolas. No dia 15 do mesmo mês ele e seu companheiro foram assassinados a pedido do pajé,  por emissários do Cacique Nheçu chefe dos índios conjurados, que se dirigiram para Assunção, matando também o padre Juan de Castilho. Estes três jesuítas martirizados foram posteriormente beatificados e são conhecidos como os três Mártires do Rio Grande.

Depois de matarem os sacerdotes, os índios revoltados saquearam e queimaram a capelinha e a casa dos padres. Entre os objetos encontrados no templo depredado estava um quadro de Imaculada Conceição, cópia da pintura do irmão Bernardes Rodrigues, feita em 1613. Rasgaram-na os matadores do beato Roque e queimaram-na. Índios cristãos juntaram alguns pedaços dela e levaram para Corrientes, onde a Mártir Excelsa, em migalhas, foi recebida com grandes homenagens.

Após alguns séculos de ausência a Virgem Campeira chegou novamente a Bagé em 1972, retomando ao seu antigo pago de glórias e abençoando o povo que a tomou por Madrinha. É admirável naquele recanto gaúcho o entusiasmo pela construção de seu Santuário e a expansão da Obra da Conquistadora, que em época remota seduziu o índio Missionário e atualmente defende as famílias católicas contra o divórcio, que, pretendendo resolver problemas pessoais, cria uma série de problemas sociais.


Como a primeira invocação da Virgem Maria que entrou no Rio Grande do Sul. Nossa Senhora Conquistadora é a Protetora nata do Estado, já tendo sido proclamada Padroeira da Diocese de Uruguaiana e de Província Sul dos Padres Palotinos.


FONTE: A12 ACADEMIA MARIAL








domingo, 6 de julho de 2014

NOSSA SENHORA DE CZESTOCHOWA- POLÔNIA


26-08

Também conhecida como Jasna Góra (Monte Claro) e Virgem Negra de Częstochowa


A HISTÓRIA.


Conforme tradição muito antiga, o quadro de N. Sra. do Monte Claro é cópia fiel da pintura feita pelo evangelista Lucas.
Seguidas vezes, o evangelista  Lucas visitou a Virgem Maria, colhendo dela pormenores da infância e vida de Jesus. Foi numa dessas ocasiões que ele, na própria tábua da mesa de cedro que Nossa Senhora usava para seu trabalho e oração, pintou sua imagem.

Sendo Jerusalém ocupada pelo exército romano,  Santa Helena - mãe do Imperador Constantino - foi conhecer os lugares santos e procurar o lenho da Santa Cruz,  a mãe do Imperador , Helena viu o quadro e recebeu-o das mulheres que o guardavam. Encontrando também o lenho da Santa Cruz, enviou ambos a seu filho Constantino o Grande, Imperador de Constantinopla, naquela época, metrópole da Igreja.

Esse Imperador, recém-convertido ao cristianismo, recebeu o quadro enviado por sua mãe, com grande alegria, colocando-o na capela particular de seu palácio. Muitas cópias do quadro milagroso foram feitas, por ordem de Constantino, e por ele doadas aos cristãos do oriente e ocidente. O quadro original permaneceu com ele. Por mais de 400 anos o quadro permaneceu nas capelas particulares, como propriedade dos príncipes russos. Depois o quadro foi transferido para a capela do castelo Belz, na Rússia, onde permaneceu por muitos anos.

Entrando a Rússia em guerra contra Ludovico, rei da Hungria e da Polônia, foi por este vencida. A cidade de Belz e o castelo caíram nas mãos de Ludovico, que nomeou seu sobrinho Ladislau, Príncipe de Opole - Polônia, como governador de Belz.

Visitando as dependências do castelo, Ladislau encontrou o quadro de N.Sra. e, cheio de respeito e amor para com Mãe de Deus, colocou-o na capela do palácio. Entretanto, pouco tempo depois, a cidade de Belz foi invadida pelos Tártaros, que atacaram o castelo.

Ladislau com sua agente, defendia-se de forma heróica dos invasores muito mais numerosos. Vendo que seus esforços eram inúteis, Ladislau recorreu à proteção de Maria e, prostrando-se diante do Quadro sagrado, pediu socorro, que lhes veio sem demora. O príncipe, grato pela ajuda milagrosa, decidiu retirar o quadro da Virgem de Belz, pois era um lugar exposto aos ataques dos Tártaros, e levá-lo a Opole (Polônia) capital do seu principado.
Contudo, por desígnio de Deus e vontade de Maria, resolveu deixar o quadro numa capela situada na colina chamada Monte Claro, perto de Czestochowa. O ponto mais alto, por ser um descalvado de calcário, recebeu este nome de Jasna Gora que quer dizer  Monte.


CHEGADA DO QUADRO À POLÔNIA


Em agosto de 1382, O Príncipe Ladislau, confiou o quadro milagroso aos cuidados dos Frades Paulinos, seus fiéis guardiões e construiu, com ajuda do povo daquela região, o convento, a igreja e fez generosa doação em terras e aldeias para manutenção do convento e do Santuário, o rei da Polônia e Lituânia, não só aprovou as doações do Príncipe, mas contribuiu com outro tanto por sua parte.
A pedido deste rei, o Papa Martinho V, pela Bula de 27 de Novembro de 1429, enriqueceu o santuário de Monte Claro com diversas indulgências e com a benção papal.
Desde o primeiro dia da chegada do quadro da Virgem Maria na terra polonesa o povo recorre a Nossa Senhora, pedindo saúde, consolo e graças espirituais.
Inúmeras graças atribuem-se a Virgem Maria: doentes foram curados, pessoas desesperadas encontraram paz e consolação etc. Todos os que recorriam à Mãe de Deus com confiança e amor, eram atendidos em suas necessidades.
Peregrinações das mais longínquas localidades do país e mesmo do estrangeiro chegavam ao Monte Claro em busca de socorro material e espiritual. Confortados pela ajuda recebida, expressavam a sua gratidão, oferecendo ao Santuário donativos em ouro, prata, pedras preciosas e dinheiro. Também a rainha da Polônia, Santa Edwiges, com seu esposo, o rei Ladislau Jagiello e os dignitários da corte, faziam ricas doações a Nossa Senhora.
Ornada com tantas jóias de alto valor, o quadro milagroso tornou-se objeto de cobiça por parte dos ateus, dos infiéis e dos assaltantes, numerosos naquela época.

Na madrugada do dia da Páscoa, do ano de 1430, o Santuário de Nossa Senhora, onde apenas os frades e alguns peregrinos se encontravam, foi repentinamente invadido por bandidos. Arrancaram do altar o quadro, jóias, cálices e tudo de grande valor, jogaram tudo numa carroça, pondo-se em fuga.
Por descuido o quadro caiu da carroça e quiseram o recolocar, mas não o conseguiram. Do castelo mais próximo, vieram soldados armados e puseram-se imediatamente atrás dos bandidos.
Os bandidos percebendo o que acontecera e não conseguindo recolocar o quadro no veículo, o chefe dos bandidos, na iminência de ser apanhado, encolerizou-se, golpeou-o diversas vezes com a espada e fugiu apressado. Ao chegar no local, soldados, peregrinos e frades, encontraram o quadro partido em três pedaços e o rosto de Nossa Senhora dolorosamente ferido.
Ajoelhando-se, pediram ajuda de Deus. Depois pediram ao rei da Polônia Ladislau Jagiello que tomasse providências necessárias para restauração do quadro. Famosos pintores foram até lá para restaurar, mas nenhum deles conseguiu restaurar a pintura do quadro.

Quando todos desistiram, um jovem que havia auxiliado o primeiro pintor que fora chamado, veio até o rei e declarou com toda simplicidade:


"A Mãe de Deus não quer que sejam apagadas essas cicatrizes".

Dito isto, pediu que lhe dessem licença para concluir a restauração do quadro, e o rei embora contrariado, não tendo outro recurso cedeu ao seu pedido.
Antes de pintar o jovem rezou a noite inteira. Concluído o trabalho, entregou ao rei Ladislau o quadro completamente restaurado, com todos os cortes cobertos, exceto os três ferimentos no rosto de Nossa Senhora. O jovem pintor havia desaparecido e nunca mais foi visto.

O quadro voltou ao seu trono, ornado novamente de ouro, prata e pedra preciosas, doadas pelos reis e pelo povo. A Mãe de Deus continuou, desde então, operando milagres e atendendo a todos os que a Ela recorriam com confiança e fé.

Em 1655, os Suecos invadiram a Polônia e atacaram também o Convento e o Santuário de Czestochowa, a fim de se apoderarem das riquezas do país. No Convento havia apenas frades e 50 famílias e alguns soldados. Durante 40 dias, os suecos atacavam com mais de 15 mil homens, canhões etc..., lançando bombas incendiárias sobre o Santuário.

Os frades e os outros sitiados defendiam-se heroicamente, confiando na proteção de Nossa Senhora e chegavam a fazer procissão com o Santíssimo em volta do Santuário, cantando e rezando no meio dos ataques do inimigo.
Os suecos reconhecendo que lutavam contra forças sobrenaturais resolveram se afastar na noite de Natal e pouco tempo depois, foram expulsos também do país.

No ano seguinte de 1656, Nossa Senhora de Czestochowa foi declarada, oficialmente, pelo Papa, RAINHA DA POLÔNIA.


MILAGRES OCORRIDOS NO SÉCULO XX.


Muitas são as graças atribuídas à Nossa Senhora do Monte Claro no século XX.
No final da II Grande Guerra, Adolf Hitler reconhecia que a investida contra a Polônia havia fracassado devido, segundo suas próprias palavras, "à Negra de Czestochowa".

No dia 26 de Agosto de 1956, um milhão de poloneses, unidos num só coração, renovou o Voto da Nação, repetindo as palavra do Cardeal Stefan Wyszynski ausente (preso pelo regime comunista), e renovando as promessas de fidelidade à sua Rainha, a Deus, à Cruz, ao Evangelho, à Igreja e seus Pastores.

Por essas promessas eles se comprometiam a defender a vida desde a sua concepção e a mútua fidelidade no matrimônio. Prometiam, também, lutar contra seu vicio e praticar a lei do amor, respeitando a dignidade humana.
Cada ano, no dia 3 de maio, esses Votos São renovados em cada paróquia e, no dia 26 de agosto, no Santuário de Monte Claro em Czestochowa, aos pés de Maria, Rainha da Polônia.

Com o declínio do comunismo na Polônia, as peregrinações à Senhora Negra aumentaram notavelmente.


UM PAPA POLONÊS EM ROMA.


No dia 16 de outubro de 1978, os sinos de todas as igrejas da Polônia tocavam festivamente, anunciando que um filho da Polônia martirizada, mas sempre fiel, Karol Wojtyla, Cardeal, fora eleito Papa, como 266 Sucessor de São Pedro, com o nome de João Paulo II.

João Paulo II, antigo Arcebispo de Cracóvia, no dia seguinte à sua eleição, escreveu ao Primaz da Polônia uma carta, e terminou dizendo:
"Não haveria na sede de São Pedro um papa polonês, se não houvesse Monte Claro e o maravilhoso Primaz com sua fé heróica e inabalável confiança em Maria, Mãe da Igreja".

No seu brasão papal, colocou uma grande cruz, a letra M e as palavras: TOTUS TUUS, que significa: Todo Teu - Todo de Maria.

Monte Claro, depois de tantas provas e sacrifícios, o viu chegar radioso, cheio de esperança e fé no futuro, que culminou com a visita do Santo Padre à Polônia, de 2 a 10 de junho de 1979.

Como fiel servo de Maria, chegou dia 3 de junho a Monte Claro e permanecendo ali por 3 dias. Em sua peregrinação ao Brasil, de 30 de junho a 12 de julho de 1980, o Santo Padre ofereceu à imigração polonesa, um quadro de Nossa Sra. de Czestochowa.
Os imigrantes poloneses, ao deixarem sua Pátria, levavam sempre consigo esse grande tesouro: o quadro de Nossa Sra. do Monte Claro e a grande devoção à Maria Santíssima.

Chega o ano de 1982. Polônia prepara-se para comemorar os 600 anos do reinado maternal de Maria em Czestochowa. João Paulo II alimenta o grande desejo de ir agradecer, pessoalmente a Maria, a proteção Materna à sua Pátria, mas o governo comunista não deu a permissão, transferindo a peregrinação para o ano de 1983.

Foi com jubiloso "Magnificat" e "Te Deum" que a Nação Polonesa agradeceu os benefícios e as graças de ordem espiritual e material recebidas das mãos maternas de Maria Rainha da Polônia.

Realmente, Maria nunca abandonara o seu reino, quer nas guerras, quer nas ocupações inimigas, nas perseguições comunistas, quer em tempo de paz e em todas as circunstâncias.

Finalmente Polônia ficou livre do regime comunista, graças à proteção de Nossa Senhora do Monte Claro. Inúmeras são as graças de curas e conversão de pecadores, ao entrarem no Santuário da Virgem de Czestochowa. Maria espera a todos e ajuda aqueles que a reconhecem como Mãe de Deus e seguem os passos do seu Filho Jesus Cristo.



ORAÇÃO 


Ó Maria, querida Nossa Senhora do Monte Claro, olhai graciosamente para seus filhos neste mundo conturbado e pecador. Abrace todos nós com seu amor e proteção maternal.
Proteja nossos jovens dos caminhos ímpios; ajude aos nossos queridos idosos, os enfermos, e aqueles que se preparam para sua páscoa eterna.
Seja o escudo das crianças indefesas e a nossa força contra todo o pecado. Poupe seus filhos de todo o ódio, da discriminação e da Guerra.
Encha nossos corações, nossos lares e nosso mundo com a paz e o amor que vem de Seu filho, a quem tão ternamente segura nos braços. Ó Rainha e Mãe, padroeira da Polônia e do Beato João Paulo II, seja nosso conforto e força! Em nome de Jesus, nós Vos pedimos, orai por nós,
 Virgem Negra,
para que sejamos dignos das promessas de Cristo.


Que assim seja.