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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

VIDA E ORAÇÃO BEATO MIGUEL PRO


BEATO MIGUEL AGUSTIN PRO JUAREZ
23-11



Quem é o padre Miguel Pro?
Miguel Agustín Pro nasceu em 13 de Janeiro de 1891, de uma família rica. Seu pai era um executivo em uma pequena cidade mineira, no estado de Zacatecas. No entanto, Miguel cresceu com um coração simples livre de preconceitos.

Desde a infância ele foi distinguido por um grande senso de humor, costumava sempre visitar as minas do pai e procurava sempre dialogar com os mineiros, ganhando a amizade deles naturalmente, tendo sempre demonstrado preocupação com os menos desvalidos da sorte.
Antes de terminar seus estudos Miguel começou a trabalhar com seu pai no escritório da mina. Não foram fortificados seus talentos naturais e aprendeu a fazer muitas coisas..

Ele foi capaz de captar, de forma exagerada, as características sobre os rostos das pessoa, tornando-se cartunista,também aprendeu a tocar violão e bandolim.

Miguel amava sua família, especialmente suas duas irmãs, que entraram na vida religiosa. Isto irritou Miguel. Vendo o quanto Miguel tinha afetado a entrada de suas irmãs no convento, sua mãe decidiu convidá-lo para um retiro. De lá veio Miguel transformado e decidiu se tornar um padre jesuíta.

Em 11 de agosto de 1911 entrou para o seminário em El Llano, Michoacan, tinha vinte anos. Nesta época, ele contraiu uma doença fatal, que sempre soube esconder bem atrás de seu rosto alegre.
Apesar de suas comédias e grande senso de humor, Miguel era um observador nato e muito religioso da Regra e seus estudos. Eram tempos difíceis devido à perseguição que o governo do México fazia à igreja..
O risco tornou-se o estilo de vida de sacerdotes e religiosos do México, e até mesmo havia sido proibida a celebração da Santa Missa. Muitos foram presos, torturados e deportados, Miguel muitas vezes conseguiu com seus disfarces fugir dos perseguidores.

Miguel, junto com outros seminaristas, recebeu a notícia de que todos  deveriam  sair do país e  continuar  os estudos na Califórnia. Essa foi a última vez que Miguel viu sua mãe neste mundo. Depois de um tempo, Miguel e seus companheiros navegaram para  Espanha, onde ficaram cinco anos..
Foi ordenado sacerdote em 31 de agosto de 1925.

Voltou  para a Igreja Catacumba, no México.
Pai Pro foi devolvido a um México devastado. Os cristãos resistiram aos abusos do governo; Calles decidira governar com mão de ferro. Miguel  veio em seguida, para a capital, que se tornou sua paróquia e cujos paroquianos viviam como em catacumbas, sempre em segredo, escondendo-se sempre, fugiam da polícia.
A primeira coisa que ele fez foi para encontrar seu pai e seus irmãos. Em seguida, ele planejou como orientar e operar levando os ensinamentos cristãos a todos.
Uma vez que começou a trabalhar, implementou todos os truques que tinha aprendido, cada traje para levar Cristo às almas em meio à perseguição severa. Seus truques para fugir da polícia eram muitos e de forma  contínua os diversificava assim como seus trajes.

Ele organizou estações Comunhão ao longo de toda a cidade; estas eram casas onde os fiéis vinham ao encontro da comunhão..
Missas foram celebradas por toda a cidade antes do amanhecer, organizavam guardas para que avisassem caso a polícia chegasse, com constante mudança de chaves, etc..

Os ricos e os pobres se reuniam em pequena sala para adorar ao Senhor e recebê-lo das mãos dos sacerdotes. Aqueles que queriam confessar, tinham de chegar aos locais designados, antes da missa; às vezes às 5h30, verdadeiramente era uma igreja catacumba,, como os primeiros cristãos. Um verdadeiro testemunho de fé.

Em relação à doença grave, Pai Pro  escreveu a seu Superior Provincial: ". Aqui o trabalho é contínuo e difícil eu só posso admirar o grande governante que me permite carregá-lo . ???  Refere-se a sua doença como se não tivesse tempo para pensar nela e que por ele continuaria na sua missão com as dores da doença até o fim do mundo e termina a carta com este pedido:

Estou disponível para qualquer coisa, mas se não houver objeção, gostaria de solicitar o poder para ficar aqui. "

O grande amor que animava o coração de Pai Pro: a fé em Deus; esquecia-se das dores físicas e do perigo que constantemente corria.

Presidente Calles através da polícia tentou parar essas organizações secretas. Prendeu  católicos praticantes e, especialmente, seus líderes, os quais eram  torturados e mortos.




Pai Pro  nunca deixou  seu ministério sacerdotal. Ele usou seus dons e, acima de tudo, sua profunda fé para continuar corajosamente seu ministério. Efetuou algumas manobras que confundiam a polícia. Aqui estão algumas delas.

I) Enquanto polícia  o busca em casa para matá-lo, ele, muito presunçosamente, foi em um teatro ditando conferências espirituais ao longo de um serviço de cem meninas. E nenhum deles disse a ninguém onde o padre Pro foi.

II) Pai Pro estava em  um táxi e de repente percebeu que a polícia o estava seguindo em um outro carro.
- "Você segue o seu caminho sem parar" - disse ao motorista - "Eu me jogo na rua." E ele fez.

Mas, para não ser pego na rua,  ele caminhava  com andar bêbado e dizendo  palavras sem nexo.  A polícia pensou que era um bêbado real e seguiu em frente. Poucos minutos depois eles perceberam os agentes que  o"bêbado" era o "Pai Pro", e voltaram correndo,mas ele já tinha fugido.

III)  Certo dia na rua percebeu que os policiais vinham atrás dele,  ele então foi para uma farmácia e tomando o braço de uma linda jovem, pediu que se passasse por sua namorada no que ela concordou para que ele não fosse preso.
A polícia viu o braço dele com uma menina (ele estava vestido com roupas civis) acreditaram que não poderia ser o pai que eles estavam procurando ... Poucos momentos depois veio o sargento e eles descrevem como era o "namorado "ele gritou com raiva:" Bem, este é o cura Pro! ". Eles correram para prendê-lo, mas ele já tinha escapado novamente.




IV) Enquanto Pai Pro estava num prédio alto, presidindo a uma reunião de meninos da Ação Católica, eles descobriram que a polícia tinha cercado o edifício. Pai escondeu-se em um armário no preciso momento em que o coronel entrou na sala com duas pistolas nas mãos, pedindo para "The Cure Pro". Os meninos disseram que não sabiam onde estaria tal padre, mas os militares, cheio de fúria gritaram: "Vocês tem um minuto para me dizer onde está  o pai, ou mato a todos.." Mas então ele sentiu um canhão frio no pescoço. Era o padre Pro, que havia deixado o gabinete.

-Abaixe essas armas ou morre", disse o padre. Coronel, tremendo, deu as armas, foram recolhidas pelos meninos. - "Agora vocês fogem", gritou o jovem Miguel Pro. E eles foram se esconder correndo para fora do prédio. Em seguida, o pai disse com tom travesso: "E você, o coronel, volte-se, para ver como ele o havia desarmado. O coronel se virou e viu com grande humilhação que o cano frio que sentira medo no pescoço foi o fundo de uma garrafa vazia. Com uma garrafa vazia simples tinha desarmado o pequeno pai um coronel que havia carregado pistolas em suas mãos.

Um mártir mexicano para a Igreja
O movimento teve como principal líder e Pai Pro slogan: "Viva Cristo Rey". Então, em meio esconderijos, incertezas, lutas, medo, fé, coragem, dor ... ele passou cerca de um ano e meio. Presidente Calles mandou prendê-lo, acusando-o de ser responsável por uma conspiração e ataques e ações revolucionárias contra o governo, com tudo absolutamente falso.
No final, para evitar que eles matassem vários católicos que estavam presos, Pai Pro foi entregue à polícia,

Ele foi preso e dado sentença de morte. Em 23 de novembro de 1927, em vez de disparar um dos policiais perguntou se ele o perdoava.. O pai respondeu: "Não só perdôo você, mas eu sou extremamente grato". Disseram-lhe qual era o seu último desejo.


Pai Pro disse: "Estou absolutamente desconhecendo todo este problema que me acusam, .. nego terminantemente qualquer envolvimento na trama." "Eu quero que me deixem alguns momentos para rezar e  me confiar ao Senhor". Ele se ajoelhou e disse, entre outras coisas. "Senhor, tu sabes que eu sou inocente, perdoo meus inimigos de coração.”

Antes de atirarem nele, Pai Pro orou por seus algozes: "Deus tenha misericórdia de vocês", e também abençoou:. "Deus os abençoe" Ele abriu os braços cruzados. Ele tinha o rosário em uma mão e um crucifixo na outra. Ele exclamou: "Viva Cristo Rei!". Essas foram suas últimas palavras. Em seguida, o golpe de misericórdia.

ORAÇÃO AO PAI PRO

Pai Venerável Pro, você aprendeu a viver a sua vocação nas circunstâncias mais difíceis, nos ajude com suas orações para sermos católicos (cristãos) corajosos e não ceder às tentações deste mundo. Que a nossa vida, como a sua, dê muito fruto para a glória de Deus e o bem das almas. Que assim seja




ORAÇÃO


Que Deus Pai Infinitamente misericordioso permita que em  nome de Jesus Cristo o Pai Pro nos ensine a amar o nosso próximo com toda a nossa alma, como Jesus nos ensinou, e que nossa Fé seja o nosso sustento e a certeza do nosso futuro. Pois com Deus e Jesus no coração alcançaremos a melhora do mundo em que vivemos. Que assim seja.


Obs: No México durante o governo do presidente Plutarco Elias Calles, o “Nero do México”, a história começa justamente em julho de 1926, quando Pro regressava do exterior, mergulhando numa crise que resultaria no fuzilamento de 160 padres. De fato, poucas semanas após sua chegada, publicou-se um decreto oficial que proibia todo culto público e sujeitava todos padres à prisão. O presidente Calles queria implantar o ateísmo.

FONTE:


domingo, 6 de setembro de 2015

LUIGI E MARIA BELTRAME QUATTROCCHI - CASAL BEATIFICADO





Luigi e Maria foram o primeiro casal beatificado por João Paulo II e isso aconteceu no dia 21 de outubro de 2001.


Na história da Igreja foi um acontecimento inédito. Um casal do século XX declarado beato, os filhos presentes na cerimônia de beatificação dos pais, dois deles sacerdotes concelebravam com João Paulo II, tudo isso na mesma Igreja onde cem anos atrás os pais deram-se um ao outro em matrimônio.

Estamos falando de Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, declarados beatos por João Paulo II no dia 21 de outubro de 2001, dia também em que a Igreja celebrou os vinte anos da Exortação Apostólica “Familiaris consortio”, documento que ainda hoje demonstra grande atualidade, pois, além de ilustrar o valor do matrimônio e as tarefas da família, convida a um particular empenho no caminho de santidade ao qual os esposos são chamados devido à graça sacramental, que “não se esgota na celebração do matrimônio, mas acompanha os cônjuges ao longo de toda a existência”

A vida desse casal é um sinal vivo do que afirma o Concílio Vaticano II sobre a vocação de todos os fiéis leigos à santidade, especificando que os cônjuges devem procurar esse objetivo seguindo o seu próprio caminho. Para eles a fidelidade ao Evangelho e a heroicidade das virtudes foram relevadas a partir da sua existência como cônjuges e como pais.

Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi nasceram ambos na Itália, ele na Catânia, no dia 12 de janeiro de 1880, ela em Florença, no dia 24 de junho de 1884.
Luigi era um brilhante advogado que culminou sua carreira sendo vice-advogado geral do Estado italiano.
Maria Corsini, nascida numa família nobre de Florença era professora e escritora, apaixonada pela música. Trabalhou como enfermeira voluntária da Cruz Vermelha durante a guerra da Etiópia e a Segunda Guerra Mundial. Catequista, era também comprometida com várias associações de caridade, como a Ação Católica Feminina. Os dois se conheceram em Roma e se casaram na Basílica de Santa Maria Maior no dia 25 de novembro de 1905. Receberam com docilidade a graça matrimonial que os levou a santificar-se apoiando-se um ao outro e acolhendo com alegria os frutos do seu amor: quatro filhos, a quem deram afeto, educação e, de forma especial, um testemunho de fidelidade e generosa caridade.
Não eram raras as vezes em que seus filhos os viram acolhendo em casa refugiados da guerra e organizando grupos de “scouts” com jovens dos bairros pobres de Roma durante o pós-guerra.

Dos quatro filhos que tiveram, três seguiram a vida religiosa, Stephania, sua primeira filha, tornou-se monja beneditina e recebeu o nome de Maria Cecília, ambos os filhos sentiram-se chamados ao sacerdócio, Filippo, hoje padre Tarcísio, é padre diocesano de Roma, e Cesare tornou-se monge trapista.
Quando Maria estava grávida de sua última filha viveu um tempo de grande prova. Tendo sido acometida por um problema grave de saúde e por uma gravidez complicadíssima, foi aconselhada pelos médicos a abortar para que ao menos sua vida fosse poupada. A possibilidade de sobrevivência com esse diagnóstico era de 5%, no entanto Maria e Luigi preferiram arriscar e colocaram toda a sua confiança no Senhor. Enrichetta nasceu com saúde e está hoje com 89 anos, estando inclusive presente na cerimônia de beatificação dos pais.

Em novembro de 1951, aos 71 anos, Luigi faleceu vítima de uma parada cardíaca. Quatorze anos mais tarde, aos 81 anos, Maria faleceu nos braços de Enrichetta, em sua casa nas montanhas. Em 1993, sua filha mais velha, irmã Maria Cecília, se uniu aos pais.

Lendo sobre a vida desse casal podemos nos questionar por que somente depois de 2000 anos um casal foi beatificado pela Igreja? E por que precisamente este casal foi digno de tão alto reconhecimento? Com certeza, tudo está relacionado ao mistério dos desígnios de Deus, mas acreditamos que a Igreja viva um tempo de graça especial e que muitos outros casais serão também reconhecidos pela sua santidade de forma pública e universal – já que muitos o são no escondimento do dia-a-dia –, sem necessariamente precisarem esperar tantos séculos por isso.

Ao lermos a homilia de João Paulo II no dia da beatificação compreendemos que o segredo da santidade na vida matrimonial consiste em viver a vida ordinária de forma extraordinária. Luigi e Maria, entre as alegrias e preocupações de uma família normal, que os casais conhecem tão bem, souberam realizar uma existência rica de espiritualidade. Viviam a Eucaristia de forma cotidiana, também a devoção à Virgem Maria quando a família, que era consagrada ao Sagrado Coração de Jesus, unida, rezava todas as noites o rosário. Nunca faltavam os momentos de lazer e esporte, gostavam de passar as férias nas montanhas e no mar. Sua casa era sempre aberta aos amigos numerosos e àqueles que batiam em sua porta em busca de alimento.

Maria dizia sobre os filhos: “Educamo-los na fé, para que conhecessem e amassem a Deus”. Os mesmos recordam que a vida familiar era marcada pelo sentido do sobrenatural. “Um aspecto que caracteriza nossa vida em família – recorda o filho mais velho – era o clima de normalidade que nossos pais haviam suscitado na busca diária pelos valores transcendentes”. “Nunca havia imaginado que os meus pais seriam proclamados santos pela Igreja, mas posso afirmar com sinceridade que sempre percebi a extraordinária espiritualidade deles. Em casa sempre se respirou um clima sobrenatural, sereno, alegre, não careta.”

João Paulo II diz ainda que “Luigi e Maria viveram, à luz do Evangelho e com grande intensidade humana, o amor conjugal e o serviço à vida. Assumiram com responsabilidade total a tarefa de colaborar com Deus na procriação, dedicando-se generosamente aos filhos a fim de os educar, guiar e orientar na descoberta dos seus desígnios de amor. Deste terreno espiritual tão fértil surgiram vocações para o sacerdócio e para a vida consagrada, que demonstram como o matrimônio e a virgindade, a partir do comum enraizamento no amor esponsal do Senhor, estão intimamente relacionados e se iluminam reciprocamente. Foram cristãos convictos, coerentes e fiéis ao seu próprio batismo; foram pessoas cheias de esperança, que souberam dar o justo significado às realidades terrenas, tendo os olhos e o coração postos sempre na eternidade. Fizeram da sua família uma autêntica igreja doméstica, aberta à vida, à oração, ao testemunho do Evangelho, ao apostolado social, à solidariedade com os pobres, à amizade”.



O testemunho de vida de Luigi e Maria nos confirma que o caminho de santidade percorrido como casal é possível e belo, é caminho de felicidade, mesmo em meio às dores e provações do dia-a-dia. Peçamos ao Senhor a graça de existirem cada vez mais casais que, seduzidos por Cristo e invadidos pelo Espírito Santo, façam transparecer, na santidade da sua vida, toda a beleza do amor conjugal manifestado através do sacramento do matrimônio. E que cresça de forma generosa o número de casais beatificados e canonizados pela Igreja, para que os casais tenham modelos a seguir e intercessores a quem suplicar.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

OS CRISTÃOS MUNDANOS E RIGOROSOS




Os cristãos mundanos e rigorosos acabam afastando as pessoas de Jesus. Esse foi o ensinamento do Papa Francisco, na Missa celebrada nesta quinta-feira, 28, na Casa Santa Marta. Ele explicou que há cristãos que se preocupam somente com a sua relação com Jesus, uma relação fechada e egoísta, mas não ouvem o grito dos outros.
Comentando sobre o cego Bartimeu, que grita por Jesus para ser curado, mas é repreendido pelos discípulos para que se calasse, o Papa citou três grupos de cristãos.

“Aquele grupo de pessoas que, também hoje, não ouve o grito de muitos que precisam de Jesus. Um grupo de indiferentes: não ouvem e creem que a vida seja aquele seu grupinho ali. Estão felizes, mas surdos ao clamor de muita gente que precisa de salvação, que precisa da ajuda de Jesus, que precisa da Igreja. Essas pessoas são egoístas, vivem para si mesmas. São incapazes de ouvir a voz de Cristo.”

Cristãos negociantes

Há também aqueles que ouvem o grito do próximo, mas querem ficar calados, como quando os discípulos distanciaram as crianças de Jesus para que não incomodassem o Mestre.
“O Mestre era deles, para eles e não para todos. Essas pessoas afastam de Jesus aqueles que gritam, que precisam de fé, que precisam de salvação”, disse ainda Francisco. “Dentre elas existem aqueles que fazem negócio, que estão perto de Jesus, estão no templo, parecem religiosos, mas o Senhor os expulsa, porque negociavam ali, na casa de Deus”.
Essas são pessoas que, embora ouvindo os gritos de ajuda, preferem fazer seus negócios e usam o povo de Deus, usam a Igreja para fazer seus comércios. Tais “especuladores”, disse o Papa, afastam as pessoas de Jesus e não dão testemunho.
“São cristãos de nome, cristãos de salão, cristãos de recepção, mas a sua vida interior não é cristã, é mundana. Uma pessoa que se diz cristã e vive como um mundano afasta aqueles que pedem ajuda a Jesus. Depois, há os rigorosos, aqueles que Jesus repreende, que colocam fardos nas costas das pessoas”.

Cristãos coerentes

Já o terceiro grupo de cristãos é formado por aqueles que ajudam as pessoas a se aproximarem de Jesus. São cristãos coerentes com aquilo que creem e com o que vivem e atendem ao pedido de socorro de tantas pessoas que buscam a salvação.

“Fará-nos bem fazer um exame de consciência, concluiu Francisco, para entender se somos cristãos que distanciam as pessoas de Jesus ou as aproximam d’Ele, pois ouvimos o grito de muitos que pedem ajuda para a própria salvação”.


fonte: Canção Nova

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

FESTAS SÃO DIVINAS - PAPA FRANCISCO





Brasão Papa Francisco

CATEQUESE
Sala Paulo VI – Vaticano
Quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal



Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje abrimos um pequeno percurso de reflexão sobre três dimensões que articulam, por assim dizer, o ritmo da vida familiar: a festa, o trabalho, a oração.

Comecemos pela festa. Hoje falaremos da festa. E logo dizemos que a festa é uma invenção de Deus. Recordemos a conclusão do relato da criação, no Livro do Gênesis, que ouvimos: “Tendo Deus terminado no sétimo dia a obra que tinha feito, descansou do seu trabalho. Ele abençoou o sétimo dia e o consagrou, porque nesse dia repousara de toda a obra da Criação” (2, 2-3). 
O próprio Deus nos ensina a importância de dedicar um tempo para contemplar e desfrutar daquilo que no trabalho foi bem feito. Falo de trabalho, naturalmente, não só no sentido do ofício e da profissão, mas no sentido mais amplo: toda ação com que nós homens e mulheres podemos colaborar para a obra criadora de Deus.
Portanto, a festa não é a preguiça de sentar em uma poltrona, ou a sensação de uma vã evasão, não, a festa é, antes de tudo, um olhar amoroso e grato sobre o trabalho bem feito; festejamos um trabalho. 
Também vocês, recém-casados, festejam o trabalho de um belo tempo de noivado: e isso é belo! É o tempo de olhar os filhos, os netos, que estão crescendo, e pensar: que belo! É o tempo de olhar para a nossa casa, os amigos que hospedamos, a comunidade que nos cerca, e pensar: que coisa boa! Deus fez assim quando criou o mundo. E continuamente faz assim, porque Deus cria sempre, também neste momento!

Pode acontecer que uma festa chegue em circunstâncias difíceis ou dolorosas, e se celebra talvez com “nó na garganta”. No entanto, mesmo nestes casos, pedimos a Deus a força de não esvaziá-la completamente. Vocês mães e pais sabem bem disso: quantas vezes, por amor aos filhos, são capazes de sugar o sofrimento para deixar que eles vivam bem a festa, saboreiem o sentido bom da vida! Há tanto amor nisso!

Também no ambiente de trabalho, às vezes – sem omitir os deveres! – nós sabemos “infiltrar” qualquer faísca de festa: um aniversário, um matrimônio, um novo nascimento, bem como uma despedida ou uma chegada…é importante. É importante fazer festa. São momentos de familiaridade na engrenagem da máquina produtiva: nos faz bem!

Mas o verdadeiro tempo da festa suspende o trabalho profissional e é sagrado, porque recorda ao homem e à mulher que foram feitos à imagem e semelhança de Deus, que não é escravo do trabalho, mas Senhor, e portanto também nós nunca devemos ser escravos do trabalho, mas “senhor”. Há um mandamento para isso, um mandamento que diz respeito a todos, ninguém excluído! E em vez disso sabemos que há milhões de homens e mulheres e até mesmo crianças escravos do trabalho! Neste tempo há escravos, são explorados, escravos do trabalho e isso é contra Deus e contra a dignidade da pessoa humana! A obsessão do lucro econômico e a eficiência da técnica colocam em risco os ritmos humanos da vida, porque a vida tem os seus ritmos humanos. O tempo do repouso, sobretudo aquele dominical, é destinado a nós para que possamos desfrutar daquilo que não se produz e não se consome, não se compra e não se vende. E em vez disso vemos que a ideologia do lucro e do consumo quer “abocanhar” também a festa: também essa às vezes é reduzida a um “negócio”, a um modo de fazer dinheiro e de gastá-lo. Mas é para isso que trabalhamos? A ganância de consumir, que comporta o desperdício, é um vírus ruim que, entre outros, nos faz reencontrar-nos, ao final, mais cansados que antes. Prejudica o trabalho verdadeiro e consome a vida. Os ritmos indisciplinados da festa fazem vítimas, muitas vezes os jovens.

Enfim, o tempo da festa é sagrado, porque Deus o habita de modo especial. A Eucaristia dominical leva à festa toda a graça de Jesus Cristo: a sua presença, o seu amor, o seu sacrifício, o seu fazer-se comunidade, o seu estar conosco…. E assim cada realidade recebe o seu sentido pleno: o trabalho, a família, as alegrias e os cansaços de cada dia, também o sofrimento e a morte; tudo é transfigurado pela graça de Cristo.
A família é dotada de uma competência extraordinária para entender, orientar e apoiar o autêntico valor do tempo da festa. Mas que belas são as festas em família, são belíssimas! E em particular de domingo. Não é por acaso que as festas em que há lugar para toda a família são as que têm mais sucesso!

A própria vida familiar, olhada com os olhos da fé, nos parece melhor que os cansaços que nos custa. Aparece-nos como uma obra de arte de simplicidade, bela justamente porque não é artificial, não é fingida, mas capaz de incorporar em si todos os aspectos da vida verdadeira. Aparece-nos como uma coisa “muito boa”, como Deus disse ao término da criação do homem e da mulher (cfr Gen 1, 31). Portanto, a festa é um precioso presente de Deus; um precioso presente que Deus deu à família humana: não a estrague.


fonte CANÇÃO NOVA

domingo, 19 de julho de 2015

SANTO ANTONIO DE SANT'ANNA GALVÃO (FREI GALVÃO



25-10


Antônio de Sant'Anna Galvão nasceu em 1739 na freguesia de Santo Antônio de Guaratinguetá, na capitania de São Paulo. Era o quarto de dez ou onze filhos de uma família profundamente religiosa de elevado status social e político. Seu pai, o português Antônio Galvão de França, era o capitão-mor da vila. Natural de Faro e ativo no mundo do comércio, França pertencia à Ordem Terceira de São Francisco e era conhecido por sua generosidade. Sua mãe, Isabel Leite de Barros, era filha de fazendeiros e membro da família do famoso bandeirante Fernão Dias Pais, conhecido como o "caçador de esmeraldas". Ela morreria prematuramente em 1755, aos 38 anos. Também conhecida por sua generosidade, Isabel teria doado todas suas roupas aos pobres à época de sua morte.


Galvão passou toda sua infância na casa que se situava na esquina da Rua do Hospital com a Rua do Teatro (atualmente Ruas Frei Galvão e Frei Lucas, respectivamente). O local foi demolido e recentemente reconstruído. Aos 13 anos, Galvão foi enviado pelos pais ao seminário jesuíta Colégio de Belém, localizado em Cachoeira, na Bahia, com a finalidade de estudar ciências humanas. Seu irmão José já se encontrava no local. No Colégio de Belém, que freqüentou de 1752 a 1756, Galvão fez grandes progressos nos estudos sociais e na prática cristã. Ele aspirava se tornar um padre jesuíta, mas a perseguição anti-jesuíta liderada por Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, fez com que ele se mudasse para um convento franciscano em Taubaté, seguindo o conselho do pai.


Aos 21 anos, em 15 de abril de 1760, Galvão desistiu do futuro promissor – visto a influência de sua família na sociedade – e se tornou um noviço no Convento de São Boaventura de Macacu, em Itaboraí, Rio de Janeiro. Lá, ele adotou o nome religioso de Antônio de Sant'Ana Galvão em homenagem à devoção de sua família a Santa Ana. Durante o noviciado, Galvão se tornou conhecido por sua piedade, zelo e virtudes exemplares. Galvão fez sua profissão solene em 16 de abril de 1761, assumindo o voto de defender o título de "Imaculada" da Virgem Maria, ainda considerada uma doutrina polêmica à época.


Em 11 de julho de 1762, Galvão foi ordenado sacerdote e transferido para o Convento de São Francisco na cidade de São Paulo, onde continuou seus estudos em teologia e filosofia. Durante a jornada do Rio de Janeiro para São Paulo, fez uma breve parada em Guaratinguetá para celebrar sua primeira missa, realizada na Matriz de Santo Antônio, onde ele havia sido batizado. Em 1768, ele foi nomeado confessor, pregador e porteiro do convento, considerado um cargo importante naquela época. Se destacou de tal forma que a Câmara Municipal lhe considerou o "novo esplendor do Convento".


Em 1770, foi convidado para fazer parte da Academia Paulista de Letras, chamada de "Academia dos Felizes". Na segunda sessão literária, realizada em março de 1770, Galvão declamou com sucesso, em latim, dezesseis peças de sua autoria, todas dedicadas a Santa Ana. Declamou também dois hinos, uma ode, um ritmo e doze epigramas. Suas composições são bem metrificadas e dotadas de profundo sentimento religioso e patriótico.


De 1769 a 1770, atuou como confessor no Recolhimento de Santa Teresa, casa que abrigava devotas de Teresa de Ávila na cidade de São Paulo. Lá, ele conheceu a Irmã Helena Maria do Espírito Santo, uma freira penitente que afirmava ter visões onde Jesus lhe pedia para fundar um novo Recolhimento. Galvão, o confessor dela, estudou essas mensagens e se consultou com os outros religiosos, que as reconheceram como válidas e sobrenaturais.


Galvão ajudou a criar o novo Recolhimento, chamado Nossa Senhora da Luz, que foi fundado em 2 de fevereiro de 1774 na mesma cidade. Era baseado na Ordem da Imaculada Conceição, e se tornou um lar para meninas que desejavam viver uma vida religiosa sem fazer votos. Com a morte repentina da irmã Helena em 23 de fevereiro de 1775, Galvão se tornou o novo diretor do instituto, atuando como novo líder espiritual das irmãs.


Naquela época, uma mudança no governo da província de São Paulo trouxe um líder que ordenou o fechamento do convento. Galvão aceitou a decisão, mas as freiras se recusaram a abandonar o local e, devido à pressão popular e aos esforços do Bispo, o convento foi logo reaberto. Posteriormente, com o crescente número de novas irmãs, a construção de mais espaço de convivência se tornou necessária. Galvão demorou 28 anos para construir um novo convento e uma igreja, sendo esta última inaugurada em 15 de agosto de 1802.8 Além das obras de construção e dos deveres dentro e fora de sua Ordem, Galvão se comprometeu também com a formação das irmãs. Os estatutos que ele escreveu para elas eram um guia para a vida interior e para a disciplina religiosa.


Quando as coisas pareciam estar mais calmas, uma outra intervenção do governo trouxe uma nova provação para Galvão. O capitão-mor sentenciou um soldado à morte por ter ofendido a seu filho levemente, e o sacerdote foi obrigado a se exilar por ter defendido o soldado. Mais uma vez, a pressão popular conseguiu revogar a ordem contra o padre.


Em 1781, Galvão foi nomeado mestre dos noviços em Macacu. Entretanto, as irmãs e o Bispo de São Paulo, Manuel da Ressurreição, recorreram ao superior provincial, escrevendo-lhe que "nenhum dos habitantes desta cidade será capaz de suportar a ausência deste religioso por um único momento". Como resultado, ele foi mandado de volta para São Paulo. Mais tarde, em 1798, Galvão foi nomeado guardião do Convento de São Francisco, sendo reeleito em 1801.

Em 1808, Galvão teria instituído a devoção a Nossa Senhora das Brotas em Piraí do Sul durante viagem missionária ao Paraná. Galvão, ao chegar às margens do rio Piraí, teria decidido passar alguns dias no povoado, se hospedando na casa de Ana Rosa Maria da Conceição. Antes de ir embora, deixou de presente a ela uma estampa de Nossa Senhora das Barracas. Ana Rosa colocou a lembrança numa moldura de madeira e fazia suas orações diante da imagem. Ficou viúva, se casou de novo e se mudou de endereço. Durante a mudança, a estampa se perdeu. Algum tempo depois, passando por uma região onde havia ocorrido um incêndio, ela encontrou o quadro entre as cinzas e os brotos da vegetação. A moldura havia se queimado, mas a imagem estava apenas chamuscada. O fato foi interpretado como um milagre e a notícia se espalhou pelo povoado. Como o povo já não se lembrava do nome original da imagem, rebatizaram-na de Nossa Senhora das Brotas e erigiram uma capela em sua homenagem.


Em 1811, fundou o Convento de Santa Clara em Sorocaba. Onze meses depois, retornou ao Convento de São Francisco, na cidade de São Paulo.8 Em sua velhice, obteve permissão do Bispo Mateus de Abreu Pereira e de seu tutor para ficar no Recolhimento que ajudara a criar.Veio a falecer naquele local em 23 de dezembro de 1822. Galvão foi sepultado na igreja do Recolhimento, sendo o seu túmulo até hoje um destino de peregrinação de fiéis que teriam obtido favores devido a sua intercessão.


Na época de seu enterro, sua fama de santo já havia se espalhado por todo Brasil, sendo que os frequentadores de seu velório, desejosos em guardar uma relíquia sua, foram cortando pedaços de seu hábito, que ficou reduzido até a altura dos joelhos de Galvão. Como ele possuía somente aquele hábito, foi sepultado com o de outro frade, que ficou igualmente curto. A primeira lápide do túmulo de Galvão teria tido o mesmo destino de sua batina, sendo pouco a pouco levada pelos devotos. As pedras da lápide eram colocadas em copos com água para tratar os enfermos.

Em 1929, o Convento de Nossa Senhora da Luz tornou-se um mosteiro, sendo incorporado à Ordem da Imaculada Conceição. A edificação, atualmente chamada de Mosteiro da Luz, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.  No local também está localizado o Museu de Arte Sacra de São Paulo, que abriga um dos mais representativos acervos do patrimônio sacro brasileiro, originalmente reunido por Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arcebispo de São Paulo.


FENÔMENOS (MILAGRES)

Frei Galvão era um homem de muita e intensa oração, sendo alguns fenômenos místicos atribuídos a ele, como telepatia, premonição e levitação. Casos de bilocação também foram famosos durante sua vida; segundo relatos ele se fazia presente em dois lugares diferentes ao mesmo tempo para cuidar de enfermos ou moribundos que clamavam por sua ajuda.


Também era procurado pelo seu alegado poder de curar doenças numa época em que os recursos médicos eram escassos. Numa dessas ocasiões, escreveu num pedaço de papel uma frase em latim do Ofício de Nossa Senhora ("Após o parto, permaneceste virgem: Ó Mãe de Deus, intercedei por nós").  Em seguida, enrolou o papel no formato de uma pílula e deu-o a uma jovem cujas fortes cólicas renais estavam colocando sua vida em risco. Depois que ela tomou a pílula a dor cessou imediatamente e ela expeliu uma grande quantidade de cálculo renal. Em outra ocasião, um homem pediu a Galvão que ajudasse sua esposa, que estava passando por um parto difícil. Galvão fez com que ela tomasse a pílula de papel, e a criança nasceu rapidamente, sem maiores complicações. A história das pílulas se espalhou rapidamente e Galvão teve que ensinar às irmãs do Recolhimento como fabricá-las, o que elas fazem até os dias de hoje. Elas são distribuídas gratuitamente para cerca de 300 fiéis diariamente.


Em 25 de outubro de 1998, Galvão se tornou o primeiro religioso nascido no Brasil a ser beatificado pelo Vaticano, tendo sido declarado Venerável um ano antes, em 8 de março de 1997.  Em 11 de maio de 2007, durante a visita de cinco dias do Papa Bento XVI ao Brasil, se tornou a primeira pessoa nascida no Brasil a ser canonizada pela Igreja Católica. A cerimônia de mais de duas horas, realizada ao ar livre no Aeroporto Militar Campo de Marte, perto do centro de São Paulo, reuniu cerca de 800 mil pessoas, segundo estimativas oficiais.


 Galvão foi o primeiro santo que o Papa Bento XVI canonizou numa cerimônia realizada fora da Cidade do Vaticano. Sua elevação ao status de santo veio depois que a Igreja concluiu que ele havia realizado pelo menos dois milagres.


De acordo com a Igreja, as histórias de Sandra Grossi de Almeida e Daniella Cristina da Silva são evidências da intercessão divina de Galvão.  Após tomar uma das pílulas de papel em 1999, Almeida – que possui uma malformação uterina que deveria impossibilitar que ela carregasse um feto no útero por mais de quatro meses – deu à luz a Enzo.  As pílulas de Galvão, de acordo com a Igreja, também seriam responsáveis pela cura, em 1990, de Daniella Cristina da Silva, uma menina de quatro anos de idade que sofria de hepatite considerada incurável pelos médicos. Apesar da popularidade das pílulas entre os católicos brasileiros, médicos e até mesmo alguns membros do clero consideram-nas como meros placebos. A orientação da Igreja é que somente pacientes em estado terminal devam tomá-las.

FONTE: .wikipedia


NOVENA A SANTO ANTONIO DE SANT'ANNA GALVÃO

Deus de amor, fonte de todas as luzes, que cumulastes de bênçãos o Vosso Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, nós Vos adoramos e glorificamos, e Vos agradecemos, porque nele fizestes maravilhas.
Ele, Senhor, por Vossa inspiração, criou para o Vosso povo sofrido aquelas Pílulas, sinais de Vossa compaixão para com os irmãos enfermos, sinais seguros da meditação da Virgem Maria Imaculada. Alcançai-nos, pela intercessão de Vossa Mãe, e do Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, que nós, ao tomarmos com fé e devoção essas Pílulas, consigamos a graça desejada (pedir a graça...), e procuremos conhecer sempre mais o Evangelho que ele viveu, cultivando, com amor, a vida Eucarística. Ó Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós junto a Maria, para que obtenhamos do Pai Celeste a vida plena no amor da Santíssima Trindade. Amém!
Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

1 - Rezar a Oração acima durante 9 dias.

2 - No 1º dia, tomar a 1ª Pílula.

3 - No 5º dia, tomar a 2ª Pílula.

4 - No último dia, tomar a 3ª Pílula.


Como adquirir as Pílulas de São Frei Galvão?
Se você deseja receber as pílulas de São Frei Galvão, escreva para este endereço abaixo explicando a sua necessidade:
Casa de São Frei Galvão
Praça Santo Antônio, 300 - Guaratinguetá - SP 
CEP: 12500-350 
Fone: (12) 3122-4840

As Santas Pílulas de São Frei Galvão só podem ser feitas única e exclusivamente pelas irmãs. As mesmas são produzidas no Mosteiro da Luz, na capital paulista, no Seminário Frei Galvão, em Guaratinguetá (interior de São Paulo) e no Convento Portacelle, em Ponta Grossa - PR. A pílula é uma tira de papel com uma oração escrita pelo santo e dedicada à Virgem Maria. Com base nos milagres já comprovados, as pílulas de São Frei Galvão costumam ser bastante eficazes em casos de doenças graves, problemas na gestação ou em partos.
É muito importante ressaltar que a pílula por si só não realiza o milagre, é necessário que o devoto tenha fé em Deus e na intercessão do santo para que o milagre aconteça.

Jesus, ao curar, o fazia segundo a fé de cada um dos enfermos:

"Então ele tocou-lhes nos olhos, dizendo: Seja-vos feito segundo vossa fé". (Mt 9,29)
"Depois, dirigindo-se ao centurião, disse: Vai, seja-te feito conforme a tua fé. Na mesma hora o servo ficou curado". (Mt 8,13)
"Jesus virou-se, viu-a e disse-lhe: Tem confiança, minha filha, tua fé te salvou. E a mulher ficou curada instantaneamente". (Mt 9,22)

FONTE - CANÇÃO NOVA E WEB