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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

VIDA E ORAÇÃO A SÃO PAULO


SÃO PAULO

(29 DE JUNHO)

ORAÇÃO A SÃO PAULO (1)

Ó São Paulo, vós que cumprindo a vontade de Deus, manifestada por vozes de anjos, de espada em punho, vos lançastes a luta por Deus e pelo povo Hebreu e Gentio, ajudai-me a perceber no meu íntimo, as aspirações de Deus.

Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e a minha pátria.

São Paulo, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária.

Que nem opressões, nem ameaças e nem processos me obriguem a recuar, quando estou com a razão e a verdade.

São Paulo, iluminai-me, guiai-me, fortalecei-me, defendei-me.

Que assim seja.

ORAÇÃO A SÃO PAULO (2)

São Paulo, incansável Apóstolo dos gentios, em Éfeso destruístes livros que prejudicavam o povo. Olhai agora para todos nós. Estais vendo que uma imprensa escrita, falada e televisada vai arrancando a fé e minando os bons costumes do nosso povo. Santo Apóstolo, iluminai os jornalistas e escritores que trabalham na comunicação: que espalhem somente mensagens construtivas. Daí a todos coragem, para que evitem tudo quanto se opõe à libertação e promoção das pessoas, famílias, comunidades e nações. Alcançai-nos a graça de sermos cristãos ativos. Que aprendamos a discernir, com senso crítico, as mensagens que recebemos diariamente das leituras, do rádio, da televisão e do cinema, dos audiovisuais em geral. E possamos divulgar, de acordo com nossa capacidade e possibilidade, uma imprensa que orienta para Deus, promove o conhecimento da verdade e ajuda o bem estar temporal e eterno de todos.

Que assim seja.

VIDA DE SÃO PAULO

São Paulo, o apóstolo, mártir e um dos grandes missionários, místicos e teólogos da Historia da Igreja.

Ele nasceu na cidade de Tarsus na Cilicia, Ásia Menor (hoje Turquia). Filho de uma tribo de judeus de Benjamim. Tornou-se um cidadão romano chamado Saul e foi criado como fariseu (a mais rígida das seitas judias do período) em Tarso, aprendeu a arte de fazer tendas uma profissão que muito lhe foi útil quando passou a peregrinar por todo o império romano), ele estudou a lei judia e o Grego e o Latin. Enviado por algum tempo para Jerusalém ele encontroou ali um professor o famoso rabino Gamaliel, e ficou especialista no Torah. Após desenvolver fortes laços com Jerusalém ele retornou a Tarso, antes de Jesus começar o seu ministério público - e ali gradualmente teve contato com a nova seita do nazareno, como os primeiros seguidores de Cristo eram chamados, alguns anos após a Crucificação. Paulo tornou-se um dedicado oponente da nova igreja e estava presente ao martírio de São Esteves; de fato ele guardou a roupa daqueles que jogavam pedras no protomartir e assim "consentiu na sua morte”. (Atos 7:58-8:1). Indo para Damasco para fazer a perseguição aos Nazarenos ele foi convertido enquanto estava na estrada (Atos 9:1-19;22:5-16 e 26:12-18).

Deixado cego por uma luz brilhante, que ele entendeu que era o próprio Cristo e foi levado para Damasco e ficou por três dias na escuridão. Sendo batizado por Ananias, sua visão voltou imediatamente e ele deixou a cidade e ficou vários anos na Arábia em prece e meditação. Retornando a Damasco, começou a pregar a sua fé com grande habilidade, convicção e persistência que ele, as vezes, tinha que escapar sendo baixado pelas paredes da cidade por meio de uma cesta. Ele foi a Jerusalém onde se encontrou com Pedro e outros apóstolos desconfiados, mas com a ajuda de Barnabas consegui convencê-los de sua sinceridade. Após pregar em Cilicia e Caesarea, em 45 AD Paulo embarcou em sua primeira das suas grandes jornadas missionárias. Com Barnabas, e Marcos, Paulo (como ele passou a ser conhecido) velejou até Chipre e Turquia, estabelecendo comunidades cristãs na Antiópia, Psidia, Iconium e por toda a Ásia Menor. Seus esforços missionários criaram muita revolta em algumas cidades, ele foi até mesmo apedrejado e deixado para morrer pela multidão enfurecida em uma delas, mas ele encontrou solo espiritual fértil entre os Gentios. Paulo retornou a Antiópia com noticias que ele havia aberto a porta da fé (ato 14:27) para os Gentios. Esta oportunidade iniciou a maior controvérsia na comunidade Nazarena, e uma disputa começou no Conselho de Nazaré, o qual enfim decidiu que a conversão deveria abranger também os Gentios e qualquer outro povo pagão.

Paulo foi o mais ardente missionário entre as populações pagãs do Império Romano. No ano de 50 DC ele iniciou a sua segunda jornada missionária desta vez para Silas, viajando da Azia Menor até a Macedônia e a Grécia.

Em Atenas ele encontrou-se com os filósofos Stoic e Epicurean e depois foi para Corinto, onde ficou por um ano. Na sua terceira jornada missionária ele foi para Grécia, passou dois anos em Ephesus (hoje Turquia) visitando Colossa, Philadelphia, Laodicea e Corinto. No seu retorno a Jerusalém 5 anos depois ele foi atacado por inimigos dos judeus e foi salvo de morte certa por um esquadrão de soldados romanos. Acusado por Sanhedrin de trazer gentios para o templo, ele usou seus privilégios de cidadão romano para ser enviado para Ceasarea para julgamento pelo governador. Ele ficou três anos na prisão e quando o seu julgamento afinal aconteceu ele apelou para Roma. Foi então enviado de navio para Roma sob uma guarda romana, mas o navio naufragou ao chegar em Malta. Finalmente julgado em Roma, foi absolvido. Paulo permaneceu alguns anos na obscuridade, estudando e meditando. Acredita-se que foi para a Síria, Palestina, Grécia, Creta e Espanha. Preso mais uma vez, foi trazido de volta para Roma e colocado em confinamento vigiado. Ele escreveu então, o que seria o seu destino, na sua Segunda carta a Timóteo (4:6-8). Seu martírio se deu em 67 DC sob o comando do Imperador Nero, Paulo teria sido decapitado (conforme relatado por Tertuliano); mas de acordo com os apócrifos "Atos de São Paulo" ele foi espancado até a morte e conseguiu a conversão dos dois soldados romanos, Longus e Cestus, que o trouxeram para o local da execução. Ele teria sido enterrado no cemitério da Via Ostia que pertencia a um cristão chamado Lucina, local onde hoje está erigida a Basílica de São Paulo de Fuori Le Mure (“São Paulo de fora dos muros").

Um dos mais imaginativos, eloqüentes, e apaixonados escritores cristãos, Paulo foi aprisionado, espancado, afogado, apedrejado, e finalmente martirizado pela sua fé. Durante as suas jornadas missionárias ele escreveu muitas, várias e extensas cartas. Um terço do novo testamento são as suas cartas. Seus admiráveis escritos tiveram um profundo efeito na teologia cristã, especialmente a Christologia (conceito de Cristo Homem-Deus) e as suas teses no que se referem as graças, predestinação, a liberdade de escolha, o batismo, e a perfeição cristã são tidos como doutrinas cristãs.

Seus escritos são: Romanos, Primeiro e Segundo Tessalonicenses, Primeiro e Segundo Timóteo, Tito, e Filimon. Liturgicamente São Paulo é comemorado em 29 de junho junto com São Pedro e em 25 de janeiro é a festa do dia da sua conversão. Ele é tradicionalmente simbolizado com o livro e a espada.

Sua festa é celebrada no dia 29 de junho com São Pedro.

Ele é considerado o primeiro Doutor da Igreja Católica.

Para se ter idéia da força de São Paulo no Brasil, a Epístola de Paulo aos Coríntios, cap. 14, Versículos 1 a 20, é lida na UMBAMDA na consagração de um médium.

Cumpre notar que os Atos de São Paulo:

É um escrito considerado apócrifo datado da segunda metade do segundo século e compilado por um cristão ortodoxo na Ásia Menor. Consta de vários pequenos tratados e contos incluindo a Terceira Carta de Paulo aos Corintos, O Ato de Paulo e Tecla, e o Martírio de São Paulo. O trabalho pretende elogiar Paulo e exaltar seus feitos e os de outros apóstolos, mas se apóia em duvidosas fontes históricas e de acordo com Tertuliano em seu tratado “De Batismo” o compilador foi afastado de sua posição como presbítero por causa disto. Não obstante, os Atos são usados por figuras respeitadas como Origens e São Cipriano nos seus trabalhos.

Martirologia de São Paulo

Um trabalho apócrifo que conta a morte de Paulo datado do final do segundo século. Ele conta que Paulo em seus últimos dias inclusive sua condenação a morte na presença do Imperador Nero e a conversão do dois oficiais romanos, Longus e Cestus, os quais levaram Paulo ao local de sua execução.

Atos de Paulo

Também um escrito apócrifo das aventuras e trabalhos de Paulo e Tecla. Ele supostamente relembra como Paulo veio para Iconium e ali pregou com tanta eloqüência a beleza da castidade que convenceu a já prometida Tecla a abandonar seus planos de casamento. O povo local ficou tão furioso que Paulo foi espancado e Tecla foi queimada viva. Ela foi miraculosamente salva e foi para Seleucia pregar os Evangelhos. Os atos também incluem uma descrição da morte de Tecla em Seleucia. Embora o trabalho tenha algumas valiosas informações históricas, é geralmente considerado apócrifo. Era muito popular durante os primeiros séculos da Igreja e está incluído nos Atos de São Paulo e foi preservado em um grande numero de manuscritos e traduções.

sábado, 22 de janeiro de 2011

VIDA E ORAÇÃO A SÃO LÁZARO

SÃO LÁZARO

(17 DE DEZEMBRO)

ORAÇÃO A SÃO LÁZARO (1)

Ó Deus, grandeza dos humildes que fizestes são Lázaro distinguir-se pela paciência, dai-nos por suas preces e méritos, a graça de amar-vos sempre, e carregando com Cristo a cruz de cada dia, sejamos livres da mortífera peste que nos aflige o corpo e a alma.

Pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor.

Que assim seja.

ORAÇÃO A SÃO LÁZARO (2)


Ó São Lázaro, vós suportastes os sofrimentos da vida terrena com a certeza de alcançar a felicidade no céu; abri meu coração à palavra de Deus na Bíblia e aos ensinamentos da Igreja Católica; dai-me um coração sensível às doenças e a miséria dos meus irmãos; abri meus olhos para ver e compreender aquilo que se diz por aí: “O que aqui se faz, aqui se paga”, é uma sentença falsa e enganosa, porque a justiça perfeita e definitiva só acontece na outra vida. Ajudai-me a crer com firmeza na realidade do céu e do inferno, para que eu não venha a me arrepender quando já é tarde, como aconteceu com o rico da parábola.

São Lázaro rogai por mim e por meus irmãos.

Que assim seja.

VIDA DE SÃO LÁZARO

Discípulo e amigo de Jesus, irmão de Marta e Maria, residentes em Bethany, subúrbio de Jerusalém em Israel. Morreu e foi ressuscitado por Jesus vários dias após a sua morte a pedido de Marta onde Jesus por varias vezes se hospedou e a considerava uma excelente cozinheira. Teria sido a inabalável fé de Marta que teria dito "Não tem importância, Jesus vai curá-lo apesar de já estar morto. Vai chamá-lo". Diz a tradição que Lázaro já estava fedendo quando Jesus chegou para salva-lo. Não há dúvida que foi o maior milagre de Jesus.

Segundo uma das varias tradições, Lázaro, Marta e Maria vão a França onde ele se torna o primeiro bispo de Marselha antes de ser martirizado. Em outra versão Lázaro e suas irmãs vão para Chipre onde ele se torna bispo de Kition ou Lamaka. As suas supostas relíquias teriam sido transladadas para Constantinopla e varias igrejas e capelas foram erigidas em sua honra na Síria.

A Basílica de São Lázaro, santo padroeiro de Lanarka, construída em 890 DC era um templo cristão do quinto século no qual existia um sarcófago com a com a inscrição: "Lazarus, o amigo de Cristo". Isto reforça a tradição que ele viveu sua "segunda vida ressuscitado" em Kition, Lanarka.

A devoção a Lázaro era muito comum na Igreja antiga.

domingo, 9 de janeiro de 2011

VIDA E ORAÇÃO A SÃO JOÃO BATISTA

SÃO JOÃO BATISTA
(24 DE JUNHO)

ORAÇÃO A SÃO JOÃO BATISTA

São João Batista, voz que clama no deserto: "Endireitai os caminhos do Senhor ... fazei penitência, porque no meio de vós está quem vós não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias", ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: "Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo".

São João, pregador da penitência, rogai por nós.

São João, precursor do Messias, rogai por nós.

São João, alegria do povo, rogai por nós.

Que assim seja.

VIDA DE SÃO JOÃO BATISTA

A relevância do papel de São João Batista reside no fato de ter sido o "precursor" de Cristo, a voz que clamava no deserto e anunciava a chegada do Messias, insistindo para que os judeus se preparassem, pela penitência, para essa vinda.

Já no Antigo Testamento encontramos passagens que se referem a João Batista. Ele é anunciado por Malaquias e principalmente por Isaías. Os outros profetas são um prenúncio do Batista e é com ele que a missão profética atingiu sua plenitude. Ele é assim, um dos elos de ligação entre o Antigo e o Novo Testamento.

Segundo o Evangelho de Lucas, João, mais tarde chamado o Batista, nasceu numa cidade do reino de Judá, filho do sacerdote Zacarias e de Isabel, parenta próxima de Maria, mãe de Jesus. Lucas narra às circunstâncias sobrenaturais que precederam o nascimento do menino. Isabel, estéril e já idosa, viu sua vontade de ter filhos satisfeita, quando o anjo Gabriel anunciou a Zacarias que a esposa lhe daria um filho, que devia se chamar João. Depois disso, Maria foi visitar Isabel. "Ora quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: 'Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite?'" (Lc 1:41-43). Todas essas circunstâncias realçam o papel que se atribui a João Batista como precursor de Cristo.

Ao atingir a maturidade, o Batista se encaminhou para o deserto e, nesse ambiente, preparou-se, através da oração e da penitência - que significa mudança de atitude, para cumprir sua missão. Através de uma vida extremamente coerente, não cessava jamais de chamar os homens à conversão, advertindo: “Arrependei-vos e convertei-vos, pois o reino de Deus está próximo". João Batista passou a ser conhecido como profeta. Alertava o povo para a proximidade da vinda do Messias e praticava um ritual de purificação corporal por meio de imersão dos fiéis na água, para simbolizar uma mudança interior de vida.

A vaidade, o orgulho, ou até mesmo, a soberba, jamais estiveram presentes em São João Batista e podemos comprová-lo pelos relatos evangélicos. Por sua austeridade e fidelidade cristã, ele é confundido com o próprio Cristo, mas, imediatamente, retruca: "Eu não sou o Cristo" (Jo 3, 28)” e "não sou digno de desatar a correia de sua sandália". (Jo 1,27). Quando seus discípulos hesitavam, sem saber a quem seguir, ele apontava em direção ao único caminho, demonstrando o Rumo Certo, ao exclamar: "Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo". (Jo 1,29).

João batizou Jesus, embora não quisesse fazê-lo, dizendo: "Eu é que tenho necessidade de ser batizado por ti e tu vens a mim?" (Mt 3:14). Mais tarde, João foi preso e degolado por Herodes Antipas, por denunciar a vida imoral do governante. Marcos relata, em seu evangelho (6:14-29), a execução: Salomé, filha de Herodíades, mulher de Herodes, pediu a este, por ordem da mãe, a cabeça do profeta, que lhe foi servida numa bandeja. O corpo de João foi, segundo Marcos, enterrado por seus discípulos.