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CIPRIANO NEM BRUXO NEM SANTO APENAS UM SERVO DE DEUS

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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

VIDA E ORAÇÃO DE SÃO GERMANO DE PARIS



28-05


Nascer e prosseguir vivendo não foram tarefas fáceis para Germano. 

Ele veio ao mundo na cidade de Autun, França, no ano 496. Diz a tradição que sua mãe não o desejava, por isso tentou abortá-lo, mas não conseguiu. 

Quando o menino atingiu a infância, ela atentou novamente contra a vida dele, tentando envenená-lo, mas também foi em vão. 

Acredita-se que ele pertencia a uma família burguesa e rica, pois, depois disso, foi criado por um primo, bem mais velho, ermitão, chamado Escapilão, que o fez prosseguir os estudos em Avalon. Germano, com certeza, viveu como ermitão durante quinze anos, ao lado desse parente, em Lazy, aprendendo a doutrina de Cristo. 

Decorrido esse tempo, em 531 ele foi chamado pelo bispo de Autun para trabalhar ao seu lado, sendo ordenado diácono, e três anos depois, sacerdote. Quando o bispo morreu, seu sucessor entregou a direção do mosteiro de São Sinforiano a Germano, que pela decadência ali reinante o supervisionava com certa dificuldade. Acabou deixando o posto por intrigas e pela austeridade que desejava impor às regras da comunidade. 

Foi, então, para Paris, onde, pelos seus dons, principalmente o do conselho, ganhou a estima do rei Childeberto, que apreciava a sua sensatez. Em 536, o rei o convidou a ocupar o bispado de Paris, e Germano aceitou, exercendo grande influência na corte merovíngia. 

Nessa época, o rei Childeberto ficou gravemente enfermo, sendo curado com as orações do bispo Germano. Como agradecimento, mandou construir uma grande igreja e, bem próximo, um grande convento, que mais tarde se tornou o famoso Seminário de Paris, centro avançado de estudo eclesiástico e de vida monástica. 

Germano participou, ainda, de alguns importantes acontecimentos da Igreja da França: do concilio de Tours, em 567, e dos concílios de Paris, inclusive o de 573, e a consagração do bispo Félix de Bourges em 570. 



Entrementes não eram apenas os nobres que o respeitavam, ele era amado pelo povo pobre da diocese. Germano era pródigo em caridade e esmolas, dedicando ao seu rebanho um amor incondicional.


Frequentemente, era visto apenas com sua túnica, pois o restante das roupas vestira um pobre; ficava feliz por sentir frio, mas tendo a certeza de que o pobre estava aquecido. Quando nada mais lhe restava, permanecia sentado, triste e inquieto, com fisionomia mais grave e conversação mais severa. 


Assim viveu o bispo Germano de Paris, até morrer no dia 28 de maio de 576. Logo os milagres e graças começaram a acontecer e o seu culto foi autorizado pela Igreja, mantendo a data de sua morte para a celebração. Suas relíquias se encontram na majestosa igreja de São Germano de Paris, uma das mais belas construções da cidade. 


ORAÇÃO A SÃO GERMANO 


Ó Deus, que aos vossos pastores associaste São Germano de Paris, animado de ardente caridade e da fé que vence o mundo, daí-nos, por sua intercessão, perseverar na caridade e na fé, para participarmos de sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. 


Que assim seja Amém



ORAÇÃO II 


Deus, nosso Pai, a exemplo de São Germano, inspirai-nos 
 a verdadeira e autêntica caridade para com nossos irmãos. Que as palavras de São Paulo sirvam de guia e inspirem nossas ações: "Que o vosso amor seja sem hipocrisia, detestando o mal e apegados ao bem; com amor fraterno, tendo carinho uns para com os outros, cada um considerando o outro como mais digno de estima. Sede diligente, sem preguiça, fervorosos de espírito, servindo ao Senhor, alegrando-vos na esperança, esperando na tribulação, assíduos na oração, tomando parte nas necessidades dos santos, buscando proporcionar a hospitalidade". 

Que assim seja Amém




FONTE:WIKIPÉDIA


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

VIDA E ORAÇÃO DE SANTA MENA



03-10




Nasceu em Toulouse, próximo de Neufchateau.
Seu pai, rico senhor descendente de uma família de príncipes, se chamava Raccins e sua mãe Lientrude. Logo foi apresentada ao bispo de Châlons, D. Memmie, para ser batizada. Ainda jovem, a trouxeram de volta para Châlon, onde foi colocada por D. Memmie em um convento. Com frequência ele vinha lhe visitar, dar orientações espirituais e fazia germinar em seu coração, todos admiravam suas belas qualidades e logo ela desenvolveu uma virtude muito rara: a constância.


Seus pais a retiraram do convento e apresentaram–na à corte. Mena foi logo pedida em casamento por vários príncipes. Seu pai apoiava suas intenções mas a santa moça, que tinha se entregado a Deus, nunca consentiu. Assim, constantemente ela fechou os olhos para as honras, riquezas e os prazeres que o mundo se apressava em lhe oferecer, pois tudo estava a seu alcance mas não lhe satisfazia, era desapegada. No entanto, seu pai persistia em lhe fazer aceitar a mão de um grande senhor a quem ele tinha dado sua palavra. Surpresa com esta decisão, Mena súplica ao Deus, e por sua inspiração saiu secretamente do castelo do seu pai e se dirigiu para Châlons.


Enquanto D. Memmie celebrava a Santa Missa, Mena se dirige com olhos cheios de lágrimas e suplica a D. Memmie para consagrá-la a Deus para o resto de seus dias. Espantado com esta proposta, ele se recusa em fazê-lo sem o consentimento de seus pais; mas de repente o véu se eleva no ar diante de toda assembléia, confirmando o sinal de Deus. Em seguida ele se desce lentamente e se coloca sobre a cabeça da jovem.


Com este prodígio, D. Memmie conhece a vontade divina, termina a cerimônia e consagra Mena religiosa e a retém algum tempo em Châlons. Instruídos de tudo o que aconteceu, os pais de Mena se submetem a vontade divina e não mais lhe propõem outros caminhos. Mena volta a seu país onde fica até a morte de seus pais. Forçada a deixar a casa paterna para escapar da perseguição da época, ela vai para Fontenet.  Onde ela vem se submeter à conduta de Sta. Pome, à qual ela sucede na direção das Filhas de Deus, cargo nunca negligenciado por ela no qual ficou 12 anos. Deus a honrou enquanto viva com o Dom dos Milagres. Ela entrou na glória celeste em 03 outubro. A capela de Mena se situava no centro da floresta de Mene (sudoeste de Blénod les Toul). Hoje não resta mais nada.

Devoção francesa



Esta virgem continua tendo lugar de honra na França e curiosamente seu culto se expandiu mais nas proximidades da Montanha do que na Planície. Ela é titular das igrejas de La Chapelle , Deycimont, Jeuxey Madecourt e outrora Valleroy-le-Sec (hoje São João Batista) .
Atualmente, a maior parte das relíquias de Santa Mena está conservada em Puzieux e Mirecourt. Destas relíquias o mais interessante e autêntico é o Mausoléu de Deycimont, cuja Santa Mena é padroeira especial.


Milagre da Fonte


Perto do local da capela de Mena corre ainda uma pequena fonte que nunca seca (nem a seca do verão de 2003, diminuiu o curso desta fonte). Em Puzieux perto de Mirecourt (Vosges – França) há uma capela que guarda a lembrança assim como sarcófago desta Santa.Em 15 de maio 1036 o Bispo de Toul, Brunon - futuro Papa Leão IX transfere as relíquias para a abadia de Poussay onde elas ficaram até a revolução. Hoje uma grande parte destas relíquias está em Puzieux. Uma outra se encontra igualmente na igreja de Blenod-les-Toul. Antigamente neste lugar onde se presume que ela morreu, existia outra capela dedicada à nossa santa que havia sido reconstruída e enriquecida no início do século XVI por um bispo chamado Hugues des Hazards .


Santa Mena no Brasil


A devoção a Santa Mena no Brasil se iniciou a partir dos anos 80 com a construção da Igreja com esse título na cidade de Guarulhos, no Estado de São Paulo.


A igreja recebeu Mena como intercessora porque, durante seu tempo de construção, os fiéis estavam com problemas para acabar a obra. Para realizar a construção, o povo fez uma promessa que, se concluíssem, a igreja seria dedicada a Santa Filomena. Acontece que, durante a busca pelo histórico da santa, os fiéis se depararam com a história de Mena. Como não havia paróquia dedicada a essa santa no Brasil, foi decidido que a de Guarulhos seria a primeira.

Paróquia de Santa Mena



Com a construção da igreja em 1981, a Paróquia Santa Mena foi aberta ao povo. Quase trinta anos depois, a Paróquia possuía 3 comunidades, um informativo mensal, diversas pastorais que realizam diversas atividades sociais para a comunidade. Atualmente, o responsável pela paróquia é o Pe. Thiago R. dos Santos e o vigário Pe. Rodrigo Lovatel, sendo que durante esses trinta anos, passaram diversos outros párocos, como o Pe Conrado, Pe Bosco, Pe João, Pe José Miguel e Pe. Cleber Leandro de Oliveira, que ficou a frente da paróquia nos últimos anos.



ORAÇÃO A SANTA MENA


Oh! Querida Santa Mena, nossa amável e celestial patrona, vós, que no resplendor de vossa nobreza, soubestes, com o perfume de vossa modéstia e humildade, ganhar o amor do vosso povo; vós, que através das belezas do universo, sabíeis louvar o Divino Pai Eterno; vós, que com a sinceridade e grandeza de caráter, alcançastes a glória de realizar em vós o Reino de Cristo, cumprindo a vontade divina e assumindo vossa vocação, intercedei junto a Jesus por nós e por nossas famílias, (Faça seu pedido) para que, contagiados pelo vosso exemplo e com o auxílio de vossa proteção, possamos alcançar a glória eterna. Amém!

Ofereça um Pai Nosso e uma Ave Maria


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

VIDA E ORAÇÃO DE SANTA MADRE PAULINA


09-07


Fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição

ORIGENS


Seu nome de batismo era Amábile Lúcia Visintainer. Ela nasceu em de dezembro de 1865, na cidade de Vigolo Vattaro, região de Trento, que fica ao norte da Itália. Foi a segunda filha de Anna e Napoleão. Seus pais eram cristãos fervorosos, porém muito pobres. Durante a infância de Amábile, toda a Itália passava por uma grave crise econômica e pestes contagiosas. Por isso, quando ela tinha nove anos, seus pais decidiram emigrar para o Brasil.

CHEGADA AO BRASIL

Em 1875 a família de Amábile chegou ao Brasil. Foram para o Estado de Santa Catarina, mais precisamente para a região de Nova Trento, onde vários trentinos já estavam morando. Eles foram se estabelecer num vilarejo recém fundado no meio da mata chamado Vigolo. Tudo era muito precário e pobre. As famílias procuravam manter-se unidas para sobreviverem, alimentando o sonho de um dia prosperarem.

UMA GRANDE AMIZADE


No vilarejo de Vigolo, Amábile travou amizade com uma menina que a acompanharia por toda a vida: Virgínia Nicolodi. As duas já tinham uma fé sólida e esta afinidade as fez crescer ainda mais na amizade. As duas eram sempre vistas rezando na capelinha de madeira. Elas fizeram a primeira comunhão no mesmo dia. Nessa época, Amábile já tinha doze anos de idade.

PEQUENA MISSIONÁRIA


O vilarejo de Vigolo crescia aos poucos. Por isso, o padre responsável pela região, chamado Servanzi, iniciou um trabalho pastoral ali. Logo ele percebeu o espírito comprometido e sábio da adolescente Amábile e incumbiu-a de lecionar o catecismo às crianças, além da ajuda aos doentes e de manter limpa a capelinha do vilarejo, que era dedicada a São Jorge. Esta incumbência certamente ajudou a amadurecer a vocação religiosa no coração de Amábile.

ADOLESCENTE CARIDOSA


Amábile assumiu a missão de corpo e alma, levando sempre consigo a amiga Virgínia. As duas dedicavam-se totalmente à caridade para com os mais pobres, ajudando aos doentes, conseguindo mantimentos para os necessitados, ajudando aos doentes, idosos, crianças, enfim, a todos que precisassem. Amábile e Virgínia começaram a ser reconhecidas por todo o povo italiano que vivia naquela região distante e abandonada do Brasil.

SONHOS PROFÉTICOS COM NOSSA SENHORA


Em 1888 Amábile teve o primeiro de três sonhos com a Virgem Maria. Nesses sonhos, Nossa Senhora disse a Amábile: “Amábile, é meu ardente desejo que comeces uma obra: trabalharás pela salvação de minhas filhas.” Amábile responde: “Mas como fazer isso minha Mãe? Não tenho meios, sou tão miserável, ignorante…” Quando acordou após o terceiro sonho, Amábile assim respondeu em oração: “Servir-vos Minha querida Mãe…sou uma pobre criatura, mas para satisfazer o vosso desejo, prometo me esforçar o máximo que eu puder!”

UM HOSPITALZINHO PARA OS DOENTES


Amábile pediu e seu pai a ajudou a construir uma casinha de madeira, num terreno perto da capela, doado por um barão. O casebre se transformaria num pequeno hospital onde Amábile e Virgínia dedicaram-se arduamente ao cuidado dos doentes, mas, também, ao cuidado e à instrução das crianças. As duas nem sabiam, mas ali estava nascendo a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição.

A PRIMEIRA PACIENTE


A primeira pessoa doente que Amábile e Virgínia receberam no pequeno hospital, foi uma mulher que tinha câncer, em estado terminal. A pobre não tinha ninguém que pudesse cuidar dela. Assim, as duas assumiram a mulher no casebre. Era dia 12 de julho de 1890. Mais tarde, Amábile e Virgínia consideraram essa data como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. A Obra iniciou no dia em que as duas amigas começaram a atuar como enfermeiras.

UMA OBRA INSPIRADA POR DEUS


A Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição foi a primeira congregação feminina fundada no Brasil. Pela santidade e necessidade dessa Obra, ela foi aprovada rapidamente pelo bispo de Curitiba, em agosto de 1895. Quatro meses após a aprovação eclesiástica, Amábile, Virgínia e outra jovem chamada Teresa Maule, fizeram os votos religiosos na Congregação. Na ocasião, Amábile adotou o nome de irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Além disso, ela foi nomeada superiora da pequena congregação. Por isso, passou a ser chamada de Madre Paulina.

A SEMENTE GERMINA E CRESCE
A santidade, a caridade e a prática apostólica de Madre Paulina e suas coirmãs fizeram por atrair muitas outras jovens. Apesar da pobreza e das imensas dificuldades em que as irmãzinhas viviam, o exemplo que elas davam arrastava. Por isso, muitas jovens ingressaram na Congregação. Elas continuaram a cuidar dos doentes, da paróquia, das crianças órfãs e dos pobres. Além disso, começaram uma pequena indústria da seda para terem como sobreviver e manter as obras de caridade.

CONVITE PARA SE INSTALAR EM SÃO PAULO


Em 1903, apenas oito anos após a aprovação eclesiástica, o reconhecimento da Congregação já era notório no Brasil por causa da santidade de vida das Irmãzinhas e do trabalho extremamente necessário que realizavam. Por isso, nesse ano, Madre Paulina foi chamada para estender sua obra a São Paulo. Ela viu no convite um chamado de Deus e aceitou o desafio.

A OBRA EM SÃO PAULO
Em 1903, Madre Paulina e algumas irmãs chegaram a São Paulo. Lá, foram morar no bairro Ipiranga, ao lado de uma capela. Logo ela iniciou uma obra importante: a obra da "Sagrada Família", que tinha como objetivo abrigar ex-escravos e suas famílias após a abolição da escravatura, que tinha acontecido em 1888. Essas famílias viviam em péssimas condições e a obra de Madre Paulina deu a elas um pouco de dignidade.

AFASTAMENTO, HUMILDADE E OBEDIÊNCIA


Algum tempo depois, a obra cresceu em número de irmãs e em ações sociais. Nesse ínterim, Madre Paulina passou a ser perseguida e caluniada por uma rica senhora, chamada Ana Brotero. Esta, ajudava nas obras. A perseguição foi tanta que, em 1909 o bispo Dom Duarte destituiu Madre Paulina do cargo de superiora da congregação e a exilou em Bragança Paulista, SP. Madre Paulina, num exemplo de obediência, acatou a ordem do bispo, mesmo que em lágrimas de dor. Na ocasião, ela disse: “Meu  único desejo é que a obra da Congregação continue para que Jesus Cristo seja conhecido e amado por todos.” No “exílio”, Madre Paulina sujeitou-se aos trabalhos mais humildes e pesados, sem murmurar nem reclamar, mas entregando tudo ao Senhor.

RECONHECIMENTO


Nove anos depois do chamado “exílio”, Madre Paulina foi chamada pelo mesmo bispo de volta à casa geral da Congregação em São Paulo. Suas virtudes de humildade e obediência foram reconhecidas, depois dessa prova de fogo. Por isso, ela foi chamada para viver entre as novas irmãs e servir de exemplo e testemunho cristão para todas. Nesse tempo, destacou-se seu espírito de oração e a grande caridade que tinha para com todas as irmãs, especialmente as doentes.

MORTE


A partir de 1938 Madre paulina iniciou um período de grandes sofrimentos físicos. Por causa do diabetes, seu braço direito teve que ser amputado. Depois disso, ficou cega. Foram quatro anos de sofrimentos físicos e de testemunho de fé. Ela permaneceu firme, louvando ao senhor por tudo e sendo cada vez mais amada e admirada pelas irmãzinhas. Por fim, após quatro anos de dor, ela entregou sua alma a Deus, na casa geral da congregação fundada por ela. Era o dia 9 de julho de1942. O papa João Paulo II celebrou sua beatificação em 1991, em visita ao Brasil. Sua canonização aconteceu em 2002, pelo mesmo Papa. Assim, ela passou a ser a primeira santa canonizada no Brasil.

ORAÇÃO A SANTA MADRE PAULINA


“Ó Santa Paulina, que puseste toda a confiança no Pai e em Jesus e que, inspirada por Maria, decidiste ajudar o povo sofrido, nós te confiamos a Igreja que tanto amas, nossas vidas, nossas famílias, a Vida Consagrada e todo o povo de Deus.

(Pedir a graça desejada)

Santa Paulina, intercede por nós, junto a Jesus, a fim de que tenhamos a coragem de lutar sempre, na conquista de um mundo mais humano, justo e fraterno. Amém.”

Pai-Nosso - Ave Maria - Glória