Páginas

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

EXORTAÇÃO A VIDA - MADRE TEREZA DE CALCUTÁ





A vida é uma oportunidade. Aproveite-a.

A vida é uma beleza. Admire-a.

A vida é um sonho. Faça que se torne realidade.

A vida é um desafio. Enfrente-o.

A vida é um dever. Cumpra-o.

A vida é preciosa. Cuide dela.

A vida é riqueza. Conserve-a.

A vida é um mistério. Explore-o.

A vida é promessa. Tenha esperança.

A vida é tristeza. Supere.

A vida é um hino. Cante-o.

A vida é um combate. Vença.

A vida é uma aventura. Conduza-a.

A vida é felicidade. Mereça-a.

A vida é vida. Defenda-a.


MADRE TEREZA DE CALCUTÁ

sábado, 25 de agosto de 2012

VIDA E ORAÇÃO DE SANTA PERPÉTUA E SANTA FELICIDADE



07-03

Perpétua é também conhecida como Vivian Perpétua

Nascida de família nobre pagã. Convertida ao cristianismo. Esposa e mãe. Martirizada com sua criada e amiga, também convertida, Santa Felicitas( no Brasil: Felicidade). No século passado sua história era tão popular que Santo Agostinho chegou a advertir aos cristãos que lessem também as Sagradas Escrituras.

No ano de 202, o imperador Severo mandou que aqueles que seguissem sendo cristãos e não quisessem adorar aos deuses romanos deveriam morrer. Perpétua estava celebrando uma reunião religiosa em sua casa quando chegou a guardado imperador e a levou presa, junto com sua escrava Felicidade, e os escravos Revocato, Saturnino e Segundo.
Perpétua registrou em seu diário os tristes acontecimentos:

- "Nos colocaram no cárcere e fiquei consternada porque nunca havia estado em local tão escuro. O calor era insuportável e havia muitas pessoas em um subterrâneo muito estreito. Parecia que morreria de calor e asfixia, mas sofria muito mais por não poder estar junto de meu filho, que tinha tão poucos meses e muito necessitava de mim. O que mais pedia a Deus era que nos desse grande virtude para sermos capazes de sofrer e lutar por nossa santa religião".

No dia seguinte, chegaram alguns diáconos católicos e deram dinheiro aos carcereiros para que passassem os presos a outra cela, menos sufocante e escura. Foram levados a um local onde entrava um raio de sol e não ficaram tão incômodos. Também permitiram que levassem o filho de Perpétua, que estava se deixando morrer. Ela disse em seu diário:

- "Desde que tive meu filho em minhas mãos, aquele cárcere me pareceu um palácio e sentia-me plena de alegria. E a criança também retomou a alegria e vigor". As tias e a avó encarregaram-se depois da criança e sua educação.

O chefe do governo de Cartago chamou a juízo Perpétua e seus servidores. Na noite anterior Perpétua teve uma visão na qual lhe foi dito que teriam que subir uma escada cheia de sofrimentos, mas que ao final de tão dolorosa subida, o Paraíso Eterno as esperava. Ela narrou a seus companheiros a visão e todos se entusiasmaram e se propuseram permanecer fiéis à Igreja até o fim.

Primeiro foram chamados os escravos e o diácono. Todos proclamaram ante as autoridades que eram cristãos e preferiam morrer antes que adorar a falsos deuses.
Logo chamaram a Perpétua. O juiz lhe pedia que deixasse a religião de Cristo e passasse a religião pagã, que assim salvaria sua vida. E lhe recordava que era mulher muito jovem e de família rica. Porém Perpétua proclamou que estava decidida a ser fiel a Jesus Cristo até a morte. Neste momento, trouxeram seu pai, o único na família que não era cristão, e ajoelhado ele suplicou que não persistisse em chamar-se cristã, que aceitasse a religião do imperador, que o fizesse por amor a seu pai e seu filhinho. Ela se comoveu imensamente, mas terminou dizendo-lhe:

- "Pai, como se chama este objeto a sua frente?".
- "Uma bandeja, minha filha.", respondeu ele.
- "Pois bem, a esta bandeja há de chamar-se bandeja, porque é uma bandeja. E sou cristã, não posso me chamar pagã, porque sou cristã e quero sê-lo para sempre." E acrescentou em seu diário: "Meu pai era o único na família que não se alegrava porque nós seríamos mártires em Cristo".

O juiz decretou que os três homens deveriam ser levados ao circo e ali, em frente à multidão, seriam destroçados por feras no dia da festa do imperador; e que as mulheres seriam amarradas frente a uma vaca furiosa. 

Porém, havia um inconveniente: Felicidade estava grávida e a lei proibia matar a quem estava por dar à luz. E ela desejava ser martirizada por amor a Cristo. Então os cristãos oraram com fé e Felicidade deu a luz a uma linda menina, que foi confiada às mulheres cristãs, e assim Felicidade pode ser martirizada. Um carcereiro fazia pouco caso dela, dizendo-lhe:

- "Agora te queixas das dores do parto, como farás frente às dores do martírio? " Ela lhe respondeu:
- "Agora sou fraca porque sofro por minha natureza. Porém, quando chegar o martírio, me acompanhará a graça de Deus, que me encherá de fortaleza.".

Aos condenados à morte permitia-se fazer uma ceia de despedida. Perpétua e seus companheiros organizaram uma ceia eucarística. Dois santos diáconos lhes levaram a comunhão, e depois de orar e animar-se uns aos outros, abraçaram-se e despediram com o ósculo da paz. Todos estavam animados, alegremente bem dispostos a entregarem a vida por proclamar a fé em Jesus Cristo.

Antes de levarem-nos ao circo, os soldados queriam que os homens vestissem como sacerdotes dos falsos deuses e as mulheres como sacerdotisas pagãs. Porém Perpétua se opôs e ninguém conseguiu lhes vestir aquelas roupas.

Os escravos foram jogados às feras, que os destroçaram e eles derramaram assim valentemente seu sangue por nossa religião.
O Diácono Sáturo conseguiu converter um dos carcereiros, chamado Pudente, ao Cristianismo. Dizendo-lhe:

- "Para que vejas que Cristo é Deus, te anuncio que me colocarão frente a um urso feroz, mas esta fera não me fará nenhum mal."
E assim aconteceu: amarraram-no e o colocaram em frente à jaula de um urso muito agressivo. O animal feroz não lhe fez nenhum mal e ainda deu uma tremenda dentada no seu tratador, que o atiçava contra o santo diácono.

 Então soltaram um leopardo, que com uma dentada destroçou Sáturo. Quando o diácono estava moribundo, molhou com seu sangue um anel, colocou-o no dedo de Pudente, que então aceitou definitivamente converter-se ao Cristianismo.

A Perpétua e Felicidade amarraram com arame, colocaram-nas no centro e soltaram uma vaca bravíssima, que as atacou sem misericórdia. Perpétua unicamente se preocupava em ir-se cobrindo, com os restos de tecido que sobravam, para que não desse espetáculo por estar desnuda.

 Ajeitava os cabelos, para que não parecesse uma cristã chorona. O povo emocionado, ao ver a valentia das jovens mães, pediu que as retirassem pela porta onde saiam os gladiadores vitoriosos. Perpétua, então saiu de seu êxtase, e perguntou onde estava a tal vaca que lhes atacaria.

Mas logo após o povo cruel pediu que as trouxessem para lhes cortar a cabeça em frente a todos. Ao saber desta notícia, as jovens abraçaram-se emocionadas e retornaram a praça.

 A Felicidade cortaram a cabeça com um golpe de machado, porém o verdugo que deveria matar Perpétua estava muito nervoso e errou o primeiro golpe. Ela deu um grito de dor, porém posicionou melhor a cabeça para facilitar o trabalho do verdugo e lhe indicou onde deveria atingi-la. Assim, esta mulher corajosa mostrou até o último instante que morria mártir por sua própria vontade e com toda generosidade.

Elas foram incluídas no Calendário Romano e no Syriaco. Foram sepultadas na Basílica de Majorum em Cartago.

O martírio de Perpétua ficou como herança histórica e se alguém desejar ler o original recomendamos o autêntico escrito por Santa Perpétua como seu diário. A tradução completa para o inglês da “Paixão de Perpetua” Passio pode ser encontrada em ““Saints are not sad pp.7-18 de Shedd's (Os santos não estão tristes pp.7-18 de Shedd do).

Na arte litúrgica da Igreja Perpétua e Felicidade são representadas por duas jovens; ou 2) como duas jovens e duas vacas; ou 3) com um machado.
Como as vacas bravas não as atacaram elas são consideradas padroeiras do gado bovino.
Sua festa é celebrada no dia 7 de março.

ORAÇÕES A SANTA PERPÉTUA E SANTA FELICIDADE

I

Senhor, por intercessão e méritos de tão fiéis santas, Perpétua e Felicidade, dai-nos a graça de viver o amor, promover a paz entre os homens, de sermos verdadeiramente testemunhas do Evangelho.
Por Perpétua e Felicidade, vos rogamos, preenchei-nos com o dom da fortaleza, para que, com paciência, saibamos suportar os pequenos martírios diários. Que assim seja.

II

Senhor nosso Deus, em cujo amor as santas mártires Perpétua e Felicidade encontraram a força para resistir aos seus perseguidores e vencer os tormentos da morte, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de Vos amar cada vez mais. Por Nosso Senhor.Que assim seja.

Fonte: http://oamorsedeixaencontrar.blogspot.com.br

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

VIDA E ORAÇÃO DE SÃO TARCÍSIO




15-08

 Muito pouco se sabe da vida de São Tarcísio. Mas os fatos que temos conhecimento nos mostram sua grande alma. Tarcísio era coroinha da Igreja na época do Império Romano, no século III.

 Ele acompanhava o papa Sisto II na missa.  O papa Sisto II morreu por volta do ano 258 por ser cristão. Nessa época, celebrava-se a Eucaristia nos cemitérios dentro das catacumbas, devido à perseguição do imperador romano, Valeriano.

 Devido a essa perseguição os cristãos eram lançados às prisões, sendo quase sempre mortos, era costume levar-lhes a comunhão às escondidas, para que não desanimassem nem perdessem a fé. Quem fazia isso eram os diáconos.

 Um dia, às vésperas do martírio de um grande grupo de cristãos, o papa Sisto II não sabia quem mandar para levar a Comunhão na prisão, pois seus diáconos também estavam presos. Foi então que o coroinha Tarcísio, com apenas 12 anos, ofereceu-se. Todos disseram que poderia ser morto, mas ele argumentou que ninguém desconfiaria de uma criança. Afirmou ainda que preferia morrer, a entregar a Eucaristia aos pagãos romanos.

 Diante disso, foi aceito. Passando por uma estrada chamada Via Ápia, alguns rapazes vendo o modo cauteloso como Tarcísio segurava algo sob a roupa, tentaram saber o que era. Como se recusou a lhes mostrar, apedrejaram-no até a morte. Quando foram procurar o que Tarcísio levava, as hóstias haviam sumido misteriosamente. Um soldado cristão viu Tarcísio caído e o levou às catacumbas, onde foi sepultado. Desde o início, Tarcísio foi venerado como exemplo de santidade. O padroeiro dos coroinhas.


ORAÇÃO I

Glorioso São Tarcísio, mártir da Eucaristia, puro e humilde de coração, rogo pela pureza de minha pobre alma e de meu corpo. Por vossa angélica pureza, mártir de Cristo, rogo-vos que intercedas por mim ante o Cordeiro Imaculado: Jesus Cristo e ante a Sua Mãe Santíssima, a Virgem das Virgens, e me preserva de todo o pecado mortal.
Glorioso São Tarcísio, não permitas que eu seja manchado com alguma mancha de impureza, mas quando me virdes em tentação ou perigo de pecar, afastai do meu coração todos os pensamentos e afetos imundos , despertando em mim a lembrança da eternidade e de Jesus Cristo, imprimi profundamente em meu coração o santo sentimento do amor a  Deus. Inflamai-me no amor divino, para que, imitando-vos aqui na terra, mereça gozar de Deus Convosco no Céu.

Que assim seja.


ORAÇÃO II


Ó glorioso São Tarcísio, que agora no céu estais gozando o prêmio do vosso amor verdadeiro a Deus, de fidelidade e proteção constante à Santa Eucaristia.
Abençoai nossas famílias e os devotos, que buscam em Ti o Amor e a Coragem de lutar por Jesus Cristo.
Quero, neste dia, seguir sua bravura, sentindo em meu coração a Santa Eucaristia, seguindo a Jesus Cristo, amando e respeitando o serviço de sua Igreja, o Magistério de nossa Fé.
Livrai-me da maldade e de tudo o que pode me separar de Deus, do próximo e da salvação eterna.  Concedei-me a graça que desejo alcançar (Pedido).

Que assim seja.


ORAÇÃO  III

São Tarcísio, nosso padroeiro! Ajudai-nos a consagrar nossa vida a Deus. Ensinai-nos a servir Cristo e ao próximo, com firmeza, alegria, fé e dedicação. Pede por nós, ó São Tarcísio! Concede-nos saúde, vontade de viver e coragem para perseverar. Dá-nos disposição de viver como amigos e irmãos. São Tarcísio, coroinha-mártir, desperta em nós um grande amor a Cristo na Eucaristia. Fortalece nossa união e inspira nossos serviços à comunidade.

Que assim seja.


ORAÇÃO IV


Ó glorioso São Tarcísio, que agora no céu estais gozando o prêmio do vosso amor verdadeiro a Deus, de fidelidade e proteção constante à Santa Eucaristia.
Abençoai nossas famílias e os devotos, que buscam em Ti o Amor e a Coragem de lutar por Jesus Cristo.
Quero, neste dia, seguir sua bravura, sentindo em meu coração a Santa Eucaristia, seguindo a Jesus Cristo, amando e respeitando o serviço de sua Igreja, o Magistério de nossa Fé.
Livre-me da maldade e de tudo o que pode me separar de Deus, do próximo e da salvação eterna. Concedei-me a graça que desejo alcançar (Pedido).
Graças e louvores se dê a cada momento, ao Digníssimo Santíssimo Sacramento.



Que assim seja
Fonte: http://oscoroinhas.blogspot.com.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

BOM JESUS DE PIRAPORA




A tradição popular e oral conta que José de Almeida Naves, morador de Parnaíba, encontrou, no seu sítio, situado no bairro chamado Pirapora, por volta de 1725, encostada numa pedra no rio Anhembi, uma imagem do Bom Jesus, sendo esta talhada em madeira, que levou para sua casa, onde colocou num altar doméstico para que o povo pudesse fazer aí suas rezas.

No livro Tombo da Paróquia de Santana de Paraíba encontramos a primeira referência oficial à Imagem do Bom Jesus. Era a resposta que Pe. João Gonçalves Lima, pároco de Parnaíba, nos anos de 1797 a 1839, mandou, no dia 27 de outubro de 1825, aos quesitos do circular da Cúria de São Paulo sobre as capelas de Parnaíba.

"Em distância de duas léguas para parte norte, junto à margem do rio Tietê e Salto de Pirapora, existe a Capela do Senhor Bom Jesus – Ecce Homo – ( Eis o Homem); a gloriosa e veneranda imagem é o Orago dela e foi achada milagrosamente na beira da aguada e pesqueiro do mesmo sítio, na margem do dito rio. Só talhada em madeira e depois aperfeiçoada, e estabelecida a sua Capela perto do lugar de sua invenção”.

Representação Artística: Pintada na Praça do Encontro



Ao pedido de José de Almeida Naves, que requereu a necessária licença para construir, nas suas terras, uma capela, com seu adro e cemitério próprios, veio, aos 07 de maio de 1725 o despacho nos seguintes termos: Passe provisão de licença que damos para o suplicante poder fazer uma Capela em uma fazenda que tem distante da Vila de Parnaíba duas léguas na Comarca de São Paulo para nela dizer missas...

Em 1730, o Padre Jacinto de Albuquerque Saraiva, Pároco de Parnaíba, nos anos de 1726 a 1732, benzeu a Capela do Senhor Bom Jesus e aos 06 de agosto, do mesmo ano, celebrou a primeira festa em louvor ao Senhor Bom Jesus.

No mesmo livro de Tombo da paróquia do Santana de Parnaíba consta que em 1887 a então Capela de Bom Jesus, após uma reforma geral, foi elevada a Santuário, por Dom Lino Deodato de Carvalho, DD. Bispo de São Paulo, continuando sempre na dependência da Paróquia de Parnaíba.

A pedido de Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, Bispo de São Paulo, chegaram em 26 de dezembro de 1896, os primeiros cônegos premonstratenses para assumirem a direção do santuário. Eles vieram da Bélgica e pertencem à Ordem Premonstratense, fundada em 1121, por São Norberto em Premontré, um lugarejo situado no norte da França.

Em 28 de dezembro de 1897, o Santuário do Senhor Bom Jesus com suas terras adjacentes foi desmembrado da Paróquia de Santana de Parnaíba e canonicamente erigido em Paróquia, sendo no mesmo dia nomeado, o primeiro Pároco, o Cônego Vicente Van Tongel, o. prem., que tomou posse na missa de 02 de janeiro de 1898.

A paróquia do Senhor Bom Jesus, cuja Matriz é o Santuário, que com a criação da diocese de Jundiaí em 1966, foi desmembrada do diocese de São Paulo, é a sexta paróquia mais antiga desta diocese. Ela abrange toda a superfície do Município de Pirapora do Bom Jesus. Tem uma área de 99 Km2 e está situada à 695m de altitude conforme o marco em frente à Igreja Matriz.

A paróquia continua a ser administrada pelos Cônegos Premonstratenses, que além do Santuário, também administram o Seminário, que foi construído por eles em 1897. Foi durante mais de quarenta e cinco anos a sede do “Seminário Menor Metropolitano da diocese de São Paulo”, foi seminário Menor e Maior da Ordem Premonstratense e hoje é residência dos cônegos premonstratenses. Também funcionam neste prédio: a casa de formação dos jovens religiosos da Ordem, o museu “São Norberto“.

Fonte: http://www.santuariopiraporasp.com.br


ORAÇÃO A BOM JESUS DE PIRAPORA

Senhor,
que chamamos bom Jesus,
comtemplando o mistério de dor,
lembrado na vossa imagem,
renovamos a nossa fé;
Vós nos amastes até o fim,
sois o Senhor
vivo no meio de nós.

Dai-nos o Espírito Santo,
que forme o nosso coração
na obediência ao Pai,
na fidelidade à vossa palavra,
no amor aos irmãos.

Senhor,
atendei a nossos pedidos,
na luta de cada dia,
no sofrimento,
em todas as dificuldades.

Ficai sempre conosco,
para que sempre o louvemos. 

Que assim seja.

Fonte: http://cadeoracao.vilabol.uol.com.br

sábado, 11 de agosto de 2012

NOSSA SENHORA DO BOM PARTO


















Os títulos de Senhora, "do Bom Parto" e do "Bom Sucesso" nasceram aos pés da imagem da Virgem Negra de Paris, venerada na antiga igreja Saint-Etienne-des-Grès, capital francesa. Invocar a proteção da Mãe durante a gestação e parto é o que toda família cristã sempre fez ao longo dos séculos.

O culto à Virgem do Bom Parto é uma das mais tradicionais devoções da França, Espanha e Portugal, que se espalhou por muitas outras nações. No mundo cristão, esse culto aparece com títulos semelhantes, como Nossa Senhora do Divino Parto, entre outros, porém as imagens representam a Virgem com a pele clara.

Nos registros das primeiras igrejas cristãs, encontramos muitas indicações sobre estátuas e pinturas da Virgem Maria com a pele morena. Na Antiguidade, a cor preta em símbolos religiosos, era sinal de fertilidade. Um sinal que a primitiva arte cristã manteve, para invocar a fertilidade física e espiritual de Maria, Mãe de Deus e nossa.

A imagem de Maria da igreja de Paris foi esculpida em pedra negra e data do século XI. Considerada milagrosa, é diante dela que acorrem constantes peregrinações de devotos. Nossa Senhora do Bom Parto é especialmente invocada nas ocasiões de tragédias pessoais e públicas. Aos seus pés, o Padre Cláudio Poullart dês Places, junto com doze companheiros pobres, fundou a Congregação do Espírito Santo e do Imaculado Coração de Maria, em 1703. A Congregação dos padres espiritanos cresceu rapidamente e, orar diante da Virgem Negra de Paris, era sinal da primeira consagração.

Outras personalidades importantes foram rezar aos pés de Nossa Senhora do Bom Parto, em Paris. Dentre os quais: Domingos de Gusmão; Tomás de Aquino; Francisco de Sales, hoje Doutor da Igreja; Sofia Barrat; Vicente de Paulo, que colocou sob a proteção da Virgem Negra de Paris a sua grande Obra de caridade e os seus Institutos; e mais recentemente João Bosco.

Durante a Revolução Francesa, a igreja de Saint-Etienne-des-Grès foi saqueada e destruída. Mas a escultura da Virgem Negra foi vendida à uma piedosa cristã, que a escondeu muito bem. Mais tarde, ela doou a sagrada imagem às Irmãs Enfermeiras da Congregação de São Tomas de Vilanova, que construíram uma capela nova para a veneração de Nossa Senhora do Bom Parto, em Neuilly, seu atual Santuário. Desse modo, asseguraram o culto e as constantes peregrinações dos fiéis e devotos.

Foram os missionários espiritanos que divulgaram o culto à Senhora do Bom Parto no mundo. No Brasil eles aportaram em dezembro de 1885, e encontram essa devoção já estabelecida no país. Os registros indicam que os cristãos brasileiros começaram a invocar Senhora do Bom Parto, diante da imagem da Virgem do Ó, na igreja erguida no Rio de Janeiro em 1650. Isso porque, anexada à ela, os padres fundaram o Recanto do Bom Parto, para acolher as mulheres grávidas rejeitadas pela sociedade.

Atualmente Nossa Senhora do Bom Parto é nome de muitas localidades brasileiras e são inúmeras as paróquias dedicadas a ela, cuja imagem é similar à da Virgem Negra de Paris, já na cor clara.

Fonte: Paulinas


ORAÇÃO I

Ó Maria Santíssima, vós, por um privilégio especial de Deus, fostes isenta da mancha do pecado original, e devido a este privilégio não sofrestes os incômodos da maternidade, nem ao tempo da gravidez e nem no parto.
Mas compreendeis perfeitamente as angústias e aflições das pobres mães que esperam um filho, especialmente nas incertezas do sucesso
ou insucesso do parto.
Olhai para mim, vossa serva, que na aproximação do parto, sofro angústias e incertezas.
Dai-me a graça de ter um parto feliz. Fazei que meu bebê nasça com saúde, forte e perfeito.
Eu vos prometo orientar meu filho sempre pelo caminho certo, o caminho que o vosso Filho, Jesus, traçou para todos os homens, o caminho do bem.
Virgem, Mãe do Menino Jesus, agora me sinto mais calma e mais tranquila porque já sinto a vossa maternal proteção.
Nossa Senhora do Bom Parto, rogai por mim!

Que assim seja.


ORAÇÃO II

Minha nossa Senhora do Bom Parto protegei as mulheres que vão dar a luz. Que suas mãos carinhosas repousem sobre suas mentes e que suas palavras de conforto as acalmem. E que com seu manto as cubra e as proteja de todo mal, com seu abraço as envolva em seu colo de mãe. Vinde, oh! Mãe poderosa e digna de devoção traga paz, sossego para os corações desesperados e que o medo seja abominado de seus pensamentos. Que a fé as fortifique e as faça crer que Deus é Pai, poderoso e que tudo pode. Que a dor, o sofrimento sejam amenizados, que à hora esperada seja santa e sagrada. Minha santíssima interceda em nome de todas as mulheres que tem o poder de ter em seu ventre um filho de Deus.
Que o seu amor abençoe e santifique a cabeça daqueles que o Senhor no mundo colocou para trabalhar na saúde. Que sua mão conduza e acaricie aquelas que têm a função de trazer ao mundo uma vida. E que o amor de mãe continue forte, protetor e único para sempre.
Que assim seja.



ORAÇÃO III

De Maria publiquemos,
Seu desvelo maternal;
à Senhora do Bom Parto,
nosso afeto filial.

Ó Maria, Mãe de Cristo,
és modelo de amor
em Teu seio encerraste
do universo o Salvador.

Maria, mulher bendita
és a Mãe universal
e mereces ser Rainha
da Igreja mundial.

Das mães és o modelo
e a forte proteção
para elas és consolo
e alívio em aflição.

Ó Maria, és Padroeira,
desse bairro, nosso lar
na paróquia, que moramos
nós queremos Te invocar.

Que assim seja.