Seguidores

TRADUTOR

terça-feira, 28 de setembro de 2010

VIDA E ORAÇÃO A SANTA HELENA


(18 DE AGOSTO)

Foi rainha, e a mãe do primeiro imperador cristão, Constantino, o Grande .Foi Constantino que promulgou o Édito de Milão. Graças a este decreto o cristianismo foi considerado uma religião que tinha os mesmos direitos das outras religiões. Foi o primeiro passo para que, anos mais tarde, outro imperador, Teodósio, convertido ao cristianismo, tornasse o cristianismo a religião oficial do Império Romano.
Ela nasceu em Britynia e casou-se com um general romano Constancius I Chlorus, pelos idos de 270. Constancius foi feito Cezar em 293. Logo se divorciou de Helena e casou-se com a filha do imperador Maximiliano. Constantino se tornou imperador em 312 logo após a vitória da Ponte de Milvian e Helena foi nomeada Augusta ou Imperatriz.

Ela se converteu para o catolicismo e fez vários atos de caridade, construiu vários templos e igrejas em Roma e na Terra Santa. Numa das suas viagens a terra santa, teria tido visões, que a ajudaram a descobrir a cruz na qual foi crucificado Jesus. Ela parece ter morrido na Nicomédia. Os seus restos estão em um sarcófago no Museu do Vaticano. Na liturgia da igreja, Santa Helena é mostrada como uma imperadora, segurando uma cruz.

Sua festa é celebrada no dia 18 de agosto
Ainda sobre Santa Helena:
A cruz foi encontrada numa cisterna no dia 3 de maio a leste do Monte Calvário. A historia de Santa Helena encontrando a cruz é objeto de um poema muito celebrado chamado Elene de Cynelwulf.

Em 395, 65 anos após a morte de Helena, São Ambrósio de Milão fez um sermão no qual ele disse que Helena havia encontrado a cruz onde Jesus tinha sido crucificado, mas também tinha encontrado aquele que ali tinha sido morto, ou seja, Jesus. Ela, disse São Ambrósio, tinha adorado não a madeira, mas sim o Rei que ali tinha sido pendurado e que assim ela havia encontrado a imortalidade. A descoberta de Helena é também atestada por Rufinus e Sulpicius Severus no 4° século.

Parte da cruz ficou em Jerusalém e parte foi levada para Roma e alguns fragmentos foram distribuídos para um grande número de igrejas. Isto indica que Santa Helena queria que a cruz fosse de toda a Igreja.
Santa Helena não é uma santa somente porque ela encontrou a cruz de Cristo. Ela amava os pobres e vestia com modéstia e humildade. Euzébio escreveu que Helena passou seus últimos anos na Palestina, continuamente adorando e venerando ao lado de todos na igreja, humildemente vestida, igual às outras mulheres que estavam ali orando.
Em adição a isto, ela enfeitou as igrejas com ornamentos e decorações não se esquecendo das mais simples capelas e dos pequenos vilarejos. Construiu basílicas no Monte das Oliveiras (A Eleona) e em Belém, viajando através de toda a Palestina, e era conhecida pela sua bondade com todos, pobres, soldados, e prisioneiros e muitos milagres foram a ela atribuídos. Quando ela morreu seu corpo foi solenemente levado de volta a Roma. A ilha do Atlântico chamada de Santa Helena tem este nome porque os marinheiros espanhóis a encontraram no dia de sua festa.
Ela é invocada contra o trovão e o fogo.
E é a padroeira dos pintores e fabricantes de agulhas.


ORAÇÃO A SANTA HELENA
Ó Deus, que concedestes a santa Helena, mãe de Constantino, Imperador de Roma, a graça da piedade cristã e das resolutas atividades em prol da verdade histórica da fé, dai-me, a mim também, ser sempre ativo e trabalhador pela causa do Evangelho.

Que Assim Seja.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

VIDA E ORAÇÃO A SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT

SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT
(6 DE JUNHO)

ORAÇÃO A SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT (1)

São Marcelino Champagnat, durante a vossa vida caminhastes na presença de Deus, cheio de fé e profunda confiança filial na proteção de Maria, e fostes misericordioso para com o próximo, cheio de amor e carinho pelos pobres e pequeninos, os prediletos de Deus.
Por isso, com grande confiança nos dirigimos a vós.
Consegue-nos do Senhor a graça... (citar o pedido).
Isso vos pedimos para a glória de Deus, nosso Pai querido.

São Marcelino Champagnat, rogai por nós!

Que Assim Seja.

ORAÇÃO A SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT (2)

São Marcelino rogai por nós;
fazei-nos perseverantes no bem;
fazei frutificar o trabalho de nossas mãos em favor do evangelho, para que sigamos sempre os passos de Jesus e de Maria.

"Tudo a Jesus por Maria,Tudo a Maria para Jesus."

Que Assim Seja.

VIDA DE SÃO MARCELINO CHAMPAGNAT

São Marcelino nasceu em 20 de maio de 1789 no povoado francês de Marlhes, uma localidade onde predominava o analfabetismo. Sua mãe e sua tia serviram de modelos e guias para a afirmação de seus primeiros passos como cristão, e uma criação com fé e oração. Logo passou a despertar em Marcelino a vocação mariana. A formação intelectual do jovem Marcelino foi bastante trabalhosa por falta de professores competentes. Sabe-se que ele negou a voltar à escola depois de ver como os professores maltratavam a um aluno e se dedicou a trabalhar na granja dos pais. Em 1805 quase analfabeto, respondeu generosamente ao chamado de Jesus foi ser sacerdote. Transcorridos alguns anos no seminário menor de Verrieres (1805-1813) ingressou no seminário maior de Lyon onde recebeu a formação ideológica e espiritual.

Um grupo de doze seminaristas entre os quais o próprio Marcelino promoveram a criação da Sociedade de Maria formada por sacerdotes, irmãos e irmãs religiosos e leigos. Ordenado sacerdote em 22 de julho de 1816 ele foi indicado coadjutor da Vila de La Valla. Logo ficou impressionado com a pobreza cultural desta zona montanhosa e ainda observou que a escola atraia tão poucos que apenas alguns despreparados desejavam aprender.

Fundação dos Irmãos Maristas:

Ao final de 1816 foi chamada a casa de um jovem de 16 anos chamado João Batista Montagne, que estava a morrer sem nunca ter ouvido ouvir falar de Deus. Nos olhos daquele jovem ele percebeu o clamor de milhares de jovens que como ele, eram vitimas de uma trágica pobreza humana e espiritual. Este fato fez com que ele entrasse em ação e em 2 de janeiro de 1817 reuniu seu primeiros discípulos dedicados a formar a Ordem dos Irmãos de Maristas. Ordem dedicada a ensinar aos meninos pobres o cristianismo.

Os primeiros eram jovens do campo na maioria entre 15 e 18 anos, mas habituados a duras tarefas do campo, a meditação e reflexão intelectual e ao trabalho.
Marcelino transmitiu a esses jovens seu entusiasmo apostólico e educativo.
Viveu entre ele como um deles. Ensinou-os a ler, somar, subtrair, a rezar e viver o evangelho a cada dia para chegar a uma comunidade de mestres e de educadores religiosos. Logo os enviou a casa dos mais pobres da comunidade para ensinar os meninos e, às vezes aos adultos, a religião e os primeiros princípios de leitura e escrita.

Entre 1817 e 1824 fundou uma escola primaria no povoado de La Valla e a utilizou para ensinar também a religião.

Durante os seus 51 anos de vida, Marcelino trabalhou consumindo forças para criar a sua família de educadores. Quando veio a falecer em 6 de junho de l840 a Ordem contava com 290 irmãos distribuídos em 48 escolas primarias.

Foi declarado beato em 19 de maio de 1955 pelo Papa Pio XII pelos seus dois milagres plenamente comprovados e pelo terceiro foi canonizado pelo Papa João Paulo II, em 18 de abril de 1999.


domingo, 19 de setembro de 2010

VIDA E ORAÇÃO DE SÃO GERALDO MAJELA


(16 DE OUTUBRO)


ORAÇÃO A SÃO GERALDO MAJELA (1)

Ó são Geraldo, celestial amigo dos infelizes, ao nos lembrarmos dos grandes milagres que operastes em vida, aumentados admiravelmente após a vossa preciosa morte, quer nos parecer que eles nos clamam: Confiança! Confiança! Tenham confiança! Bem sabemos que é grande o favor que pedimos e muito acima de nossos merecimentos.

Reconhecemos até sermos mais dignos de castigos que favores; pois sem dúvida é justa a punição de nossos pecados, o bem que nos falta e as aflições e dificuldades que nos fazem suplicar.

De certo, atraímos sobre nós e sobre aqueles que nos são caros a ira de Deus, transgredindo voluntariamente os preceitos divinos e permitindo que outros também o fizessem.

Choramos agora todas as nossas culpas.

Pedi, ó carinhoso são Geraldo, pedi ao bom pai celeste que nos perdoe.

Ainda que seja justo sermos castigados por nossos pecados, afastai de nós e de nossos queridos os flagelos da justiça divina.

Alcançai-nos, pelos méritos das sublimes virtudes que vos fizeram eterno amigo de Deus, a graça que com toda confiança pedimos por esta oração.

Ó são Geraldo, nosso amigo, nosso milagroso benfeitor, rogai por nós a Jesus e Maria, e seremos certamente atendidos.

Que Assim Seja.

ORAÇÃO A SÃO GERALDO MAJELA (2)

Ó São Geraldo, nós nos alegramos pela felicidade de vossa glória.
Nós bendizemos a Deus pelos dons sublimes de vossa graça a vós dispensados com tanta largueza.
Nós vos felicitamos por haverdes correspondido fielmente a tanta bondade do Senhor.

Ó São Geraldo, ajudai-nos a imitar vossa fidelidade à Vontade divina: vosso amor a Jesus Sacramentado: vossa devoção singular a Maria Santíssima; vosso espírito de penitência; a pureza de vossa vida e, enfim, vossa grande caridade para com os pobres, para com as mães e para com os mais abandonados.

Ó São Geraldo, socorrei-nos em todas as nossas precisões espirituais e materiais.

Alcançai-nos uma piedosa conformidade nas agruras, doenças e sofrimentos da vida.

Abençoai as mães, de quem sois o especial padroeiro.

Que Assim Seja.

VIDA DE SÃO GERALDO MAJELA

Nasceu em 23 de abril de 1725 na cidade de Muro, Itália, filho de um alfaiate que morreu quando Geraldo tinha apenas 12, deixando sua família na pobreza.

Desde criança deseja seguir a careira religiosa e tentou entrar para a Ordem dos Capuchinhos, mas sua saúde não permitiu, algum tempo depois conseguiu entrar como irmão para a ordem dos Redentoristas, servindo como sacristão, jardineiro, porteiro e enfermeiro.

Ficou famoso pelos seus dons sobrenaturais como mestre, profecias, extasie, visões e notável conhecimento.

Embora não fosse um padre, os seus conselhos espirituais eram procurados pelos clérigos e comunidades de irmãs nas quais ele dava conferencias.

Ele tinha grande sucesso em converter pecadores e ficou famoso pela sua santidade e caridade.

Quando em 1754 foi acusado falsamente de ser o pai do filho de uma mulher grávida –Néria Caggiano- ele apenas fez uma oração e a mulher se arrependeu, retratou e o inocentou.

Assim começou a associação de São Geraldo como padroeiro da gravidez.

Notável leitor de mentes e de consciências. Ele foi enviado a Nápoles e logo sua casa foi inundada de visitas desejando vê-lo e ouvir seus conselhos e assim alguns meses mais tarde ele foi enviado para Caposele.

Diz à tradição que vários se converteram graças aos conselhos e que curava várias doenças apenas com a sua benção e oração.

Vivia em uma pequena cela no convento, na maior humildade e seu ultimo desejo consistiu de uma pequena nota na porta de sua cela que dizia: "Aqui o desejo de Deus é feito como Deus quer, quando e enquanto quiser”.

Morreu em 1755 de tuberculose na Itália e logo o seu túmulo se tornou um local de peregrinação e vários milagres são creditados a sua intercessão.

Foi canonizado em 1904 pelo Papa Pio X.

É o padroeiro da gravidez, dos falsamente acusados, das boas confissões e da maternidade.


VIDA E ORAÇÃO A SÃO GERALDO


(24 DE SETEMBRO)

ORAÇÃO A SÃO GERALDO (1)

Ó são Geraldo, vós que aprendestes a verdadeira ciência no livro de Jesus Crucificado, tomando-o durante toda vida por único objeto do vosso ardente amor, olhai para mim que recorro à vossa poderosa intercessão.

Ó grande são Geraldo, tende piedade de mim! Bem sabeis que o mundo falso e enganador procura por meio de seus perigos, prazeres e tentações, ofuscar a minha fé e arrastar-me ao pecado.

Iluminai, pois, o meu espírito, para que nunca perca de vista as verdades da santa fé; alacançai-me além disso força para frustrar as astúcias do demônio, para que, depois de ter vivido virtuosamente, possa também ter uma santa morte e entrar na bem-aventurança eterna.

Que Assim Seja.

ORAÇÃO A SÃO GERALDO (2)

Agradeço à divina providência, ó são Geraldo, não somente elevar-vos às alturas da santidade, mas ainda o fazer vos experimentar a realidade da vida humana.

Sabeis quão árduas pode ser, às vezes a luta pela vida.

Conheceis perfeitamente todos os fatores sociais, bem como conheceis as dificuldades em se trabalhar para viver, principalmente onde falta a verdadeira caridade e justiça cristã.

Como vós, não quero pedir a Deus que me faça rico, mas que possa ter o suficiente, de tal maneira que os cuidados temporais não venham perturbar, a mim mesmo e à minha família.

São Geraldo, a tantos já atendestes, e livres de maiores cuidados, entregaram-se mais tranqüilos aos serviços de Deus.

Tocai o coração dos que devem repartir, para que efetivamente o façam.

Triunfem os seus princípios da caridade para com o próximo, e o da justiça, a fim de que não seja cobiça a norma dos patrões e dos operários.

Recomendo-vos também o trabalho que tenho para executar, para fazê-lo conscientemente, em espírito de solidariedade e partilha.

Auxiliai-me a usar bem do tempo livre de que disponho, para maior Glória de Deus, salvação de minha vida e bem estar de minha família.

São Geraldo, santo operário, abençoe meu trabalho e fazei que produza bons frutos, para a vida toda.

Que Assim Seja.

VIDA DE SÃO GERALDO

Hoje, nos enriquecemos com a vida de santidade de São Geraldo, o primeiro mártir da Hungria.

O santo de hoje nasceu em Veneza, em 980. Estudou em escola beneditina e teve uma ótima formação, que inclui o zelo pela salvação das almas. Abraçou a vida religiosa na Ordem Beneditina e em pouco tempo São Geraldo chegou ao serviço de abade do mosteiro.

Voltando de uma viagem à Terra Santa, passou pela Hungria e a pedido do rei assumiu a missão de evangelizar com seu grupo aquela nação. Combateu as idolatrias e o sagrado Bispo não deixava de recorrer e recomendar a Onipotência Suplicante da Virgem Maria.

Com a morte do rei, entrou a luta pelo poder e ele lutou pela paz onde reinava a discórdia. Um dos pretendentes não só era contra o Bispo, mas cultivava ódio pelo Cristianismo.

Numa viagem em socorro do povo com a fé ameaçada, São Geraldo foi preso e apedrejado até a morte pelos inimigos da fé, isto em 24 de setembro de 1046.

Deixou escrito lindos testemunhos do religioso Bispo e fiel cristão, o qual tornou-se com a graça de Deus.

São Geraldo, rogai por nós!


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

VIDA E ORAÇÃO A SANTA FILOMENA

(10 DE AGOSTO)

ORAÇÃO A SANTA FILOMENA (1)

Ò Gloriosa santa Filomena, Virgem e Mártir, exemplo de fé e esperança, generosa na caridade, a vós suplico, escutai a minha prece. Do céu onde reinais, faça cair sobre mim toda proteção e auxílio de que necessito, neste momento em que minhas forças se enfraquecem.

Vós que sois tão poderosa junto a Deus, intercedei por mim e alcançai-me a graça que vos peço (a graça que deseja receber).

Ó santa Filomena, ilustre por tantos milagres, rogai por mim.

Não me abandonais, mas lançai vosso olhar como um raio de esperança sobre mim e minha família. 

Afastai as tentações, dai paz a minha alma e abençoai a minha casa.

Ò santa Filomena, pelo sangue que derramastes por amor a Jesus Cristo, alcançai-me a graça que vos peço.

Que Assim Seja.

ORAÇÃO A SANTA FILOMENA (2)

Gloriosa Virgem e Mártir Santa Filomena, que do céu, onde reinais, vos comprazeis em fazer cair sobre a terra benefícios sem conta, de todo o coração bendigo ao Senhor pelas graças que vos concedeu durante a vida e sobretudo na hora da vossa morte.

Louvo-O e bendigo-O também pela honra do poder de que Ele hoje vos coroa e, neste instante humildemente imploro que me obtenhais de Deus as graças (pedido) que lhe peço neste momento por vossa poderosa intercessão.

Que Assim Seja.

VIDA DE SANTA FILOMENA

Filomena foi uma santa muito reverenciada. Teria sido uma mártir e virgem e os seus restos foram descobertos na catacumba de Santa Priscilla na Via Salaria em 1802. A tumba estava coberta com três pedras com a inscrição “Lumena Pax Te Cum Fi”. Quando colocadas na ordem correta significavam “Paz esteja convosco Filumena”. Com base no achado, os ossos da tumba foram presumidos como sendo o de uma cristã e mártir. Assim ela foi venerada como uma santa e alguns milagres foram reportados como tendo acontecido durante o traslado das relíquias para o templo de Mugnano, na Diocese de Nola.

A Filomena foi dado um oficio próprio na Missa pelo Papa Pio IX em 1855 e graças à devoção intensa de São João de Vianney (1859), ela logo se tornou uma das santas mais populares da Igreja. Investigações arqueológicas posteriores revelaram que talvez os ossos e a inscrição não correspondessem à mesma pessoa.

A freira Maria Luiza de Nápoles teve uma serie de visões nas quais incluía a história de Santa Filomena e o dia de sua festa como sendo 10 de Agosto (que por uma incrível coincidência foi o dia do traslado de suas relíquias para Mugnano).

De acordo com esta visão Filomena era filha convertida, de um nobre Grego e foi dado o nome de Lumena, mais tarde batizada Filomena (o que a irmã Maria Luiza pensava ter o significado de filha da luz), mas que em grego Lioumene significa “amada”. Segundo as mesmas visões Dioclécio queria casar-se com ela, mas a mesma havia entregado sua virgindade a Jesus. A descrição do seu martírio é cheia de anjos que curavam as feridas, antes mesmo de outros suplícios, o que seria para alguns escolares um provável sinal de não autenticidade.

Mas São João Batista Vianney, o Cure d’Ars, construiu um santuário em sua honra e referia-se a ela como tendo curado a quase morta Pauline Jaricot, fundadora da Associação da Propagação da Fé, no tempo de Filomena. Isto espalhou seu culto por toda a Itália e o culto público acabou sendo autorizado.

O Papa Leão VII deu permissão para construção de altares e igrejas em sua honra. O Papa Gregório XVI autorizou a sua veneração pública e a indicou padroeira do Rosário Vivo. A cura de do Papa Pio IX, quando ele era ainda o Arcebispo de Imola foi atribuída a Filomena e em 1849 ele a nomeou padroeira das Filhas de Maria.

Entretanto bem mais tarde os Beneditinos descobriram que o arranjo das pedras era um costume saxônico da época e que se usavam pedras já gravadas no 4° século. Adicionalmente, os ossos não eram tão velhos e os ossos originalmente enterrados na tumba teriam sido removidos mais cedo. Assim em 1961 seu culto foi abolido pelo Papa João XXIII, e seu santuário demolido.

Mas suas relíquias são preservadas em Mugnano, Itália.

Cumpre observar que mesmo que seu nome não seja Filomena, os milagres permanecem e nada impede que seus devotos continuem chamando-a Santa, pois se sabe que foi uma mártir, e vários milagres foram creditados a sua intercessão.

Aqueles que ficaram sem padroeira ficaram muito zangados, mas a Igreja apontou para Santa Filomena de São Severino. É que esta segunda Santa tem uma semelhança incrível com a primeira. Quando se desmantelou o antigo altar de São Severino (perto de Ancona), os pedreiros encontraram um corpo perfeitamente conservado e exalando perfume. Um pergaminho amarrado em seu pescoço identifica o corpo como sendo o de Santa Filomena, filha Clafellorum trasladado para São Severino no tempo dos Goaths.

Na arte da liturgia da Igreja Santa Filomena (de São Severino) é mostrada como uma moça com um lírio ou uma ancora e três flechas. Ela às vezes é mostrada segurando uma palma e um açoite.

Sua festa é celebrada no dia 10 de agosto.

Em tempo: Santa Filomena não foi de - canonizada. Apenas a sua festa litúrgica foi retirada do calendário litúrgico romano. Mas, devido aos seus milagres terem continuado, existe um movimento mundial para a re instalação da festa de Santa Filomena. Quem, por alguma razão, tenha sido agraciado com um milagre por esta santa, favor levar a sua contribuição a este movimento no site: (é necessária sua identificação e o email caso o Vaticano deseje algum contato mais detalhado).

terça-feira, 7 de setembro de 2010

VIDA E ORAÇÃO A SÃO FRANCISCO SAVEIRO MARIA BIANCHI


(31 DE JANEIRO)

ORAÇÃO A SÃO FRANCISCO SAVEIRO MARIA BIANCHI

Querido São Francisco Saveiro Maria Bianchi, em nome de nosso Pai Altíssimo, eu vos imploro que protegeis o nosso povo, neste momento em que o mundo está totalmente conturbado, com seus valores invertidos, aonde o ouro e o poder fala mais alto, eu vos suplico que interceda junto ao Mestre por todos nós, que as sementes de amor que o Mestre plantou, se prolifere entre muitos, e que estes possam se armar com a espada do amor e a armadura da fé para combater as trevas que teimam dominar o mundo.

Que todos possam vislumbrar as eternas verdades, e que percebam que os verdadeiros tesouros são os espirituais, que acolham em seus braços todo irmão independente de fé, raça, ou condição financeira.

Que Assim Seja.

VIDA DE SÃO FRANCISCO SAVEIRO MARIA BIANCHI

Francisco Saveiro Maria Bianchi nasceu no dia 2 de dezembro de 1743, na cidade de Arpino, França, e viveu quase toda a sua vida em Nápoles, Itália. Era filho de Carlo Bianchi e Faustina Morelli, sua família era muito cristã e caridosa. Francisco viveu sua infância num ambiente familiar, de doação ao próximo e que o influenciou durante toda sua existência religiosa.

Aos doze anos entrou para o “Colégio dos Santos Carlos e Felipe” da ordem dos Barnabistas e em 1762, para o seminário onde jurou fidelidade a Cristo e fez seus votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência. Completou os estudos de direito, ciência, filosofia e teologia em Nápoles e Roma. Foi ordenado sacerdote aos 25 de janeiro de 1767. Tendo em vista sua alta cultura, seus Superiores o enviam de volta para lecionar no Colégio de Belas Artes e Letras de Arpino e, dois anos depois, ao Colégio São Carlos em Nápoles, para ensinar filosofia e matemática. Em 1778 foi chamado para ensinar na Universidade de Nápoles. No ano seguinte recebe o título de “Sócio Nacional da Real Academia de Ciências e Letras”. A intensa atividade no campo da cultura não o impediu, todavia, de viver plenamente a vida de religioso, desempenhando importantes cargos na Congregação e continuando a exercer seu ministério sacerdotal.

Com o transcorrer dos anos padre Bianchi deixou gradativamente de praticar o ensino e viveu mais o sacerdócio contemplativo e penitente na mortificação dos sentidos. Ao seu redor se formou uma próspera família espiritual. A fama de sua virtuosidade e santidade cresceu na mesma proporção em que suportou heroicamente uma doença incurável que o imobilizou numa cadeira por treze anos, os últimos de sua vida. Mesmo assim não deixou de celebrar a Santa Missa, de acolher e aconselhar a todos os que o procuravam, distribuindo palavras de coragem e conforto. Consumido pela doença morreu em 31 de janeiro de 1815, envolto pela paz e suprema alegria espiritual.

Francisco Bianchi viveu durante o período conturbado e histórico das sucessivas conquistas e batalhas empreendias pelo imperador Napoleão Bonaparte. Assistiu a destruição de todas as bases políticas da Europa. Sobretudo, viu o clima anti-religioso ser instalado e que se materializou contra o clero com leis de confisco, incêndios e expulsões de congregações inteiras dos domínios napoleônicos. Mas, padre Francisco Bianchi se manteve apaixonadamente sacerdote de Cristo. Lutou contra a miséria, a desnutrição, as epidemias, as doenças e por fim contra a baixa estima dos habitantes tão abandonados politicamente.

O seu funeral foi um dos mais comoventes, onde estiveram reunidas personalidades ilustres das áreas das artes, da ciência, da Igreja e a imensa população, para as últimas homenagens àquele que chamaram de “Apóstolo de Nápoles” e “santo”. Em 1951, foi canonizado pelo papa Pio XII, em Roma. E as relíquias mortais de São Francisco Saveiro Maria Bianchi foram sepultadas na capela da Igreja de Santa Maria de Caravaggio em Nápoles, Itália. Para sua homenagem e culto foi escolhido o dia 31 de janeiro.


sábado, 4 de setembro de 2010

VIDA E ORAÇÃO A SÃO FRANCISCO FAÀ DI BRUNO



(27 DE MARÇO)


ORAÇÃO A SÃO FRANCISCO FAÀ DI BRUNO (1)

Em nome de Nosso Mestre Amado, e da Mãe Santíssima eu imploro a São Francisco Faá Di Bruno, que proteja (Fulana de Tal) que está desencaminhada nesta vida, necessitando urgentemente de tomar outro rumo em sua vida.

Que ela consiga enxergar seu verdadeiro caminho, e que tenha humildade e força suficiente para tomar seu caminho, sempre levando em seu coração a máxima de Cristo, o Amar ao próximo como a si mesmo.

Que Assim Seja.

ORAÇÃO A SÃO FRANCISCO FAÀ DI BRUNO (2)

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo eu imploro a São Francisco Faá Di Bruno, que proteja os jovens desta casa, que eles consigam com sua proteção reconhecerem o joio do trigo, que desejem ardentemente abraçar uma profissão honesta e que a humildade e o amor ao próximo falem sempre mais alto em seus corações, e que a Virgem Santíssima os cubra com seu sagrado manto.

Que assim seja

VIDA DE SÃO FRANCISCO FAÀ DI BRUNO

Fundou a ordem religiosa Irmãs Mínimas de Nossa Senhora do Sufrágio
No grande cenário dos santos sociais italianos, despontados na região da cidade de Turim, Francisco Faà de Bruno é uma das figuras mais complexas. A maioria deles ingressou na vida religiosa para se formar já na condição de sacerdotes diocesanos. Ele ingressou “tarde” na ordenação sacerdotal, tendo exercido o seu apostolado de laico nos campos fundamentais.

Francisco nasceu na cidade italiana de Alexandria, em 29 de março de 1825, era o caçula dos doze filhos de uma nobre família muito cristã. Aos dezesseis anos, ingressou na Real Academia Militar, com o objetivo de seguir uma carreira no exército. Porém, por ser um cristão convicto, entrou em conflito pessoal com relação à irreligiosidade “de prescrição” decorrente do mundo político-militar. Por isto, doze anos depois trocou a carreira pelo estudo acadêmico das ciências exatas. Viajou à Paris e na universidade de Sorbonne, obteve o título de doutor com louvor.

Retornando à sua cidade foi trabalhar como professor de matemática. Em 1871, Faà de Bruno era um conceituado professor da universidade de Turim, sendo o titular da cadeira. Seus trabalhos matemáticos o tornaram famoso em todo o mundo, sendo publicados e traduzidos em vários países. Entretanto, simultaneamente à sua atividade intelectual, Faà de Bruno sempre se manteve em contato e atuando junto às comunidades religiosas. Era amigo pessoal do padre João Bosco que, em Turim, trabalhava para ajudar os meninos que chegavam à procura de um emprego urbano. Dom Bosco patrocinava aos jovens, instrução profissionalizante, religiosa, alojamento e recreação.

Faà de Bruno percebeu que deveria atuar na outra ponta, auxiliando as meninas, que ficavam expostas às armadilhas urbanas, enquanto buscavam a sobrevivência e um emprego. Criou para elas, com um grupo de senhoras, a Obra de Santa Zita que mantinha as jovens sob sua guarda no Conservatório do Sufrágio, uma casa similar às fundadas por Dom Bosco, para os meninos. Não satisfeito, fundou a Tipografia do Sufrágio, que funcionava como escola tipográfica para as jovens. Ali ele imprimia a Revista de Matemática, que era vendida em países e cujas divisas eram revertidas para a Obra.

Em 1867, no pequeno povoado de São Donato, iniciou-se a construção da igreja de Nossa Senhora do Sufrágio, cujo projeto foi feito por ele. Nove anos depois, ele escolheu esta igreja para celebrar a sua primeira Missa. Isto mesmo, Faà de Bruno, o professor, seguindo o conselho de Dom Bosco, desejou ser padre aos cinqüenta anos de idade, e se fez em dez meses, por intervenção direta do Papa Pio IX. Depois, para dar estabilidade à Obra de Santa Zita, o padre fundou em 1881, a ordem religiosa das Irmãs Mínimas de Nossa Senhora do Sufrágio.

Padre Francisco Faà de Bruno morreu serenamente em 27 de março de 1888. Exatamente um século depois, o Papa João Paulo II, o beatificou, para ser reverenciado no dia de sua morte. As suas relíquias estão guardadas na igreja que ele projetou, em Turim, Itália. As irmãs continuaram a sua Obra e hoje estão presentes na Europa e América Latina.